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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Teresa Araújo, Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.



Sexta-feira, 20.05.16

Pela preservação e valorização das fontes

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Largo da Feira: ponto de partida para uma visita às fontes e lavadouros da vila de Soajo e do lugar de Bairros.

Pelas calçadas de granito, tão estreitas quanto labirínticas, cuja sensação de austeridade se esvanece no meio do belo casario que povoa cada lugar, sobressai, desde logo, a Fonte da Moreira, que carece de uma limpeza, devido às ervas muito crescidas.

À frente, fica a Fonte do Poço, com farta vegetação nas cercanias, também a precisar de intervenção para remoção das plantas infestantes, que despontam em todo o lado.

A seguir, no roteiro, vem a Fonte do Souto da Vila, quase seca, debitando um frouxo “fio”, do tão precioso líquido…

Nas proximidades, fica o elegante Tanque do Souto da Vila, lavadouro público construído em 1992, ainda hoje bastante procurado. Daí, avista-se, no horizonte, um autêntico bilhete-postal, “decorado” a amarelo, resultado das giesteiras, densamente floridas na serra.

Ao cimo da vila, está a Fonte do Ganão, que, segundo os idosos da Terra, “ajudou a matar a sede a muita gente”. A escassos metros, passa um curso de água que se encaminha para a levada, em torno de uma construção onde, em tempos, funcionou um moinho.

A recuperação destas estruturas, atualmente em ruínas, podia constituir-se como um cartão-de-visita e (mais um) polo de atração turística, ou não fosse o turismo o “petróleo” de Soajo, facto bem evidenciado neste roteiro de circunstância, durante o qual vários grupos de turistas se foram cruzando, tendo o Largo do Eiró como ponto obrigatório de passagem/paragem.

Nas cercanias do Pelourinho, está o Tanque da Eira do Rego, outro dos lavadouros da vila, junto às caraterísticas habitações de Soajo.

De caminho, sempre a pé, a paragem seguinte é na Fonte de Bairros, construção apetrechada com bancos e mesa (a pensar nos petiscos), pias (para o gado beber) e hastes em pedra (para acomodação dos cântaros). De todos, este é, talvez, o espaço mais bem arranjado.

Ainda em Bairros, fica o Tanque da Fonte do Souto (lavadouro), construção envolvida pelo casario, cujos pormenores – postigos, varandas e velhas ramadas – se enquadram, a preceito, nas fachadas de pedra, que deixam qualquer pessoa deliciada.

Estes equipamentos, um pouco desvalorizados pela Junta de Freguesia, são, no entanto, muito apreciados pelos turistas que procuram voltar às origens nos territórios de montanha, os quais, apesar de pouco populosos, estão repletos de património.

Por isso, as referidas construções carecem de pequenos arranjos para que todos se possam orgulhar das suas raízes, pois só assim os vindouros poderão usufruir do rico património – espécie de matriz cultural – que atravessa Soajo.

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por Soajo em Notícia às 21:45



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