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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

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No âmbito dos investimentos da rede viária (consistindo, em diversos casos, na recuperação de acessos executados em mandatos anteriores), estão em curso algumas intervenções na vila de Soajo e nos lugares do referido território. O plano de investimentos inclui, também, pequenos arranjos recentemente ultimados e outras intervenções prestes a arrancar.

No lugar de Bairros, a calçada à portuguesa – numa extensão de 240 metros, devido ao “piso irregular e acidentado” – está a ser substituída por um passeio em paralelo, numa faixa central, de 1 metro, para “facilitar a mobilidade dos peões”, explica o presidente da Junta de Freguesia, Manuel Capela. Apesar da bondade das razões invocadas, a solução encontrada foi a destruição da bonita calçada, questão que, recorde-se, já havia sido suscitada, sob uma perspetiva crítica, em sede de Assembleia de Freguesia.

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 Ainda na vila de Soajo, o Caminho da Laranjeira, pela quarta vez, em menos de três anos, acaba de ser (parcialmente) beneficiado, incluindo, desta vez, selagem localizada das juntas com argamassa.

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Na Costa Velha (Soajo), “arranca, a curto prazo, a obra de substituição da calçada à portuguesa e no seu lugar será colocado alcatrão”, informa o autarca eleito nas listas do Movimento Soajeiro Independente (MSI).

Pelos lugares, nomeadamente em Paradela, está projetada uma pequena intervenção no lajeado fronteiro à capela, onde as pessoas correm o risco de tropeçar nas lajes “descalçadas”.

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Em Cunhas, acaba de ser feita uma intervenção no Teso de Pereiro, tendo-se procedido à instalação de tubagens e à respetiva pavimentação do caminho, segundo a mesma fonte.

Em Adrão, de acordo com o presidente da Junta, “foi executada a pavimentação de um caminho para servir o Centro Social local.”

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Foram empossados, esta segunda-feira, 16 de maio, com reduzida participação, os novos órgãos sociais dos Baldios de Soajo. O mandato é válido para o quadriénio 2016-2019.

Compõem a Mesa da Assembleia António Esteves Brasileiro (presidente), Virgílio Alexandre Barreira (vice-presidente), Fernando do Canto Gomes (1.º secretário) e Manuela Jorge (2.º secretário).

Do Conselho Diretivo fazem parte Cristina Martinho (presidente), Diamantino Pedro (vice-presidente), António Amorim (1.º vogal), Fernando Rodrigues Gomes (2.º vogal), Edgar Belchior (3.º vogal), Félix Fernandes (4.º vogal) e Manuel Costa Silva (vogal suplente).

Por fim, integram a Comissão de Fiscalização Manuel Fernandes Gonçalves Lage (presidente), Manuel Sousa Fernandes (secretário), Alexandre Preto Gonçalves (1.º vogal), Alexandre Gonçalves Lage (2.º vogal) e Vítor Manuel Covelo (3.º vogal).

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As fotografias e os textos publicados, propriedade exclusiva do blogue/página Soajo em Notícia, em caso de reprodução ou citação, deverão fazer menção à respetiva fonte. A violação destas regras será passível de procedimento judicial, de acordo com o estipulado no Código do Autor e dos Direitos Conexos.

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A lista C avança, esta segunda-feira, 16 de maio, com uma providência cautelar para impugnar as eleições da Comissão de Baldios de Soajo, eleições que se realizaram no passado dia 7 de maio. Em causa estão alegadas irregularidades detetadas durante o escrutínio e outras “situações” que, tendo sido “suscitadas antes das eleições”, “não obtiveram resposta consequente.” António Cerqueira, na qualidade de porta-voz do grupo proponente, compromete-se a pagar as custas do tribunal sem onerar os Baldios da Freguesia de Soajo.

A contestação da lista C tem por base a existência de “graves falhas de organização e de fiscalização”, que determinaram uma “grande discrepância em relação aos boletins apurados nos três órgãos”, situação que, no entendimento de António Cerqueira, podia ter sido evitada “caso as eleições tivessem sido realizadas noutro espaço (instalações da Escola Primária)” e também “se o horário tivesse sido mais prolongado, como foi por nós solicitado”, diz Cerqueira, que critica, ainda, o não sorteio para identificação das listas concorrentes.

Mas Cristina Martinho, confrontada com a iminente medida cautelar, não se mostra incomodada. “Se acham que os compartes não agiram bem, segundo os resultados apurados nestas eleições, então, que façam o que entenderem, mas todos tiveram as mesmas chances”, lembra Cristina Martinho, que recorre a disposições legais e a razões de logística para explicar a metodologia adotada.

“Ninguém imaginava que viessem [votar] mais de quatrocentos compartes e, como esta foi uma eleição dos baldios (e não um ato autárquico), tivemos de reunir a Assembleia no local do costume, pois não existe em Soajo nenhuma sala com capacidade para albergar tanta gente, sendo que o espaço do Centro Social e Paroquial é cedido sem custos aos Baldios”, sustenta a presidente do Conselho Diretivo, que acabou reconduzida nas eleições de 7 de maio.

E, no mesmo tom, Cristina Martinho defende a legitimidade dos resultados, desvalorizando a diferença dos boletins apurados. “Que culpa tivemos nós que alguns compartes tivessem depositado na urna menos boletins do que aqueles que foram entregues?”, pergunta.

Entretanto, os órgãos sufragados nas eleições no passado dia 7 de maio tomam posse esta segunda-feira, 16 de maio (19.00), já que da apresentação da providência cautelar não resultam efeitos suspensivos.

Caso a lista C venha a obter provimento nesta luta judicial, podem ser convocadas novas eleições no espaço de um mês.

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A Casa do Povo de Soajo recebeu, este sábado, 14 de maio, a encenação da peça “Restaurante Europa”, interpretação a cargo do Grupo Duplaface, de Ponte de Lima (mas com vários artistas de Arcos de Valdevez). Ao todo, assistiram ao espetáculo cerca de oitenta pessoas. Mas o convívio-cultural começou à mesa com a degustação do delicioso arroz de maio com pataniscas e terminou com cantares e dançares típicos de Soajo ao som de concertinas.

A comédia encerra uma crítica a um estilo de vida desprezível, próprio daqueles que vivem à custa dos outros e, no entanto, cultivam, sem repugnância, falsas grandezas. Durante cerca de 45 minutos, com castelhano e expressões eruditas à mistura, o elenco “arrancou” ruidosas gargalhadas à plateia através de sugestivos adereços, de uma linguagem cheia de trocadilhos (para isso contribuiu, também, o uso de vários latinismos) e de uma sequência bem urdida de situações criadas pelo grupo.

A peça “Restaurante Europa”, apresentada de forma inédita em Arcos de Valdevez, é uma das que integram a mostra que o Município de Arcos de Valdevez e diversas associações concelhias estão a organizar em diferentes palcos até 3 de junho.

O presente programa visa promover a arte do teatro e, ao mesmo tempo, descentralizar as iniciativas culturais pelo concelho.

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Há mais de um mês que os cabos elétricos derrubados por um pinheiro estão caídos junto à Estrada Nacional 304, na zona de Novás (Soajo). Na origem desta ocorrência estiveram os ventos fortes que se fizeram sentir no passado dia 10 de abril.

Os técnicos da empresa gestora da rede procederam, entretanto, a vários remendos, em dois locais distintos, numa das situações mediante colocação de fita adesiva sobre os conectores em zona de silvas, para restabelecimento da energia elétrica. Apesar de os cabos estarem, aparentemente, isolados, contra as indicações de segurança, falta sinalização na área (os fios sobre a lenha que resta do pinheiro não identificam, convenientemente, o perigo que espreita), sendo que há riscos para quem tocar nos cabos energizados, segundo contaram a este blogue os técnicos Marco Lima e Nuno Afonso.

Além disso, em desrespeito pelos procedimentos básicos de segurança, o feixe (de fios) encontra-se emaranhado no cancelo e na vedação de uma pequena bouça, prolongando-se, ainda, pelo caminho que serve os proprietários dos terrenos fronteiros à precária instalação.

De resto, à luz das disposições técnicas habitualmente colocadas em prática, a remoção dos cabos deveria ter sido feita nos dias imediatos, com a consequente recolocação, em altura, dos cabos.

De referir que os trabalhos de manutenção são da responsabilidade da REN, empresa que detém a gestão da rede elétrica nacional.

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Pelo menos duas mulheres de Soajo tiveram de ser retiradas da cidade canadiana de Fort McMurray, onde, desde o passado dia 1 de maio, começou a lavrar um devastador incêndio. “A minha filha está sã e salva”, diz o soajeiro Alexandre Lage, adiantando que a descendente abandonou a referida cidade quando as chamas se acercaram da casa.

“Devido ao incêndio, foi emitido um aviso de evacuação da localidade [Fort McMurray, província de Alberta] e a minha filha, apesar de não ter arredado pé durante horas, foi obrigada a deixar a zona com a roupa que tinha vestido, levando com ela os cães, mas felizmente encontra-se bem, em Edmonton [a 430 quilómetros de Fort McMurray], o mesmo acontecendo com uma luso-descendente, que tem raízes familiares em Soajo”, acrescenta Alexandre Lage.

No epicentro do incêndio, o Serviço de Alerta de Emergência Alberta emitiu, por volta das 16.00 (22.00 em Portugal Continental), do dia 3 de maio, aviso de retirada obrigatória para cerca de 110 mil habitantes que a cidade de Fort McMurray (e subúrbios) abriga, com exceção do setor em torno do aeroporto sudeste. Com tantas frentes por controlar, durante vários dias, as chamas destruíram cerca de 1100 casas, mas as habitações daquelas duas portuguesas não foram atingidas pelo inferno das chamas.

Segundo a imprensa nacional, o consulado português “não foi contactado por cidadãos portugueses”, e, fora estas duas situações, também “não tem conhecimento de mais portugueses que tivessem sido retirados da área afetada pelo incêndio”. Contactada por este blogue, uma fonte da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez referiu “desconhecer” estas ocorrências, comprometendo-se, porém, a fazer diligências no sentido de apurar “informações sobre o que se está a passar.”

Desde o passado dia 1 do corrente mês, mais de mil quilómetros quadrados de floresta acabaram reduzidos a cinzas, neste que é o maior desastre natural da história do Canadá. Segundo estimativas, a reconstrução da cidade de Fort McMurray acarretará um custo de 9 mil milhões de dólares canadianos, cerca de 6 mil milhões de euros.

Fort McMurray tem população itinerante

De acordo com Maria João Boavida, cônsul-geral de Portugal em Vancouver, a cidade de Fort McMurray “tem uma população temporária muito importante, porque é a principal zona de exploração petrolífera de Alberta. Há muitos trabalhadores provenientes de outras províncias, como Quebeque, Colúmbia Britânica ou Nova Escócia, daí que o número de residentes possa, efetivamente, não corresponder aos habitantes registados na região”, referiu ao DN aquela responsável.

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Fotos: noticiasaominuto.com; sapo.pt; rtp.pt; br.sputniknews.com; elperiodico.com; Chris Schwarz

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O Município de Arcos de Valdevez vai financiar em 50% as obras realizadas pela Associação Desportiva e Recreativa de Adrão.

Segundo informações do Executivo Municipal, transmitidas em reunião ordinária, de 9 de maio, a Associação soajeira – no seguimento dos arranjos executados na própria sede e das obras de sustentação do muro fronteiro às referidas instalações – formulou ao Município um pedido de financiamento.

Dos cerca de 9 mil euros investidos, foi aprovada, pela Câmara Municipal, uma comparticipação de 50%, sensivelmente 4500 euros, segundo os valores adiantados pelo presidente do Município, João Manuel Esteves.

“Compete-lhes angariar os restantes 50%”, informou o vereador do Associativismo, Olegário Gonçalves.

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A Casa do Povo de Soajo organiza, no próximo sábado, 14 de maio, um jantar-convívio cultural (19.00), na sede da referida associação. À mesa, os convivas vão degustar arroz de maio com pataniscas.

Findo o jantar, segue-se a representação da peça “Restaurante Europa” (por volta das 21.30), do Grupo Duplaface. Trata-se de uma comédia que “denuncia a torpeza de quem quer viver à custa dos outros, alardeando falsas grandezas ou prostituindo-se encapotadamente”, lê-se na sinopse da Agenda do Município de Arcos de Valdevez.

Esta peça está integrada na mostra de teatro que o Município de Arcos de Valdevez, em parceria com diversas associações concelhias, está a promover até 3 de junho. Com este programa, pretende-se promover a cultura, fazer a divulgação do teatro e, principalmente, descentralizar as iniciativas culturais.

Pelo jantar, os sócios da Casa do Povo pagam 8 euros e os não sócios mais 2 euros. A entrada para o espetáculo de teatro é livre (sem custos).

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Este domingo foi dia de festa para Alexandre Casanova. A equipa do Centro Recreativo e Cultural de Távora, ao vencer o Darquense, por 3-2, confirmou, matematicamente, a duas jornadas do fim do campeonato, a subida à 1.ª Divisão da Associação de Futebol de Viana do Castelo. O treinador soajeiro é o adjunto do técnico Pedro Martins.

A equipa tavorense regressa ao escalão maior do futebol distrital pela “mão” da dupla Pedro Martins-Alexandre Casanova, que tem protagonizado uma sequência triunfal na segunda volta, somando frente ao Darquense a décima vitória consecutiva.

À 32.ª jornada, o Távora, que contabiliza 22 vitórias e apenas três derrotas, ocupa a vice-liderança, a quatro do Arcozelo, equipa de Ponte de Lima, que só depende de si para arrebatar o título.

O Centro Recreativo e Cultural de Távora desloca-se, na próxima ronda, a Perre, e encerra o campeonato na receção ao Lanhelas.

De referir que a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, em reunião ordinária realizada esta segunda-feira, 9 de maio, aprovou um voto de congratulação pela ascensão do Távora.

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Quem é quem

. Nome: Alexandre Casanova

. Idade: 38 anos

. Formação académica: Professor de Educação Física

. Percurso como treinador (resumido): Távora, Paçô, ADECAS, Távora

 

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Cinco perguntas a Alexandre Casanova

“Conseguimos alcançar o objetivo de subida”

  1. Como é que viveu por dentro a festa de subida do Távora à 1.ª Divisão Distrital?

Foi um momento emocionante. A “explosão” de alegria refletiu o trabalho desenvolvido durante muitas semanas, assim como a superação das dificuldades que encontrámos ao longo destas 32 jornadas. Foi uma época muito dura e longa. Temos a felicidade de desfrutar deste momento nos dois desafios que faltam.

  1. Apesar dos contratempos (lesões em jogadores nucleares como Nia), o Távora conseguiu dar a volta por cima. Quais os segredos para o sucesso da equipa?

Claro que há jogadores que são muito importantes, mas a força de uma equipa de futebol é sempre a equipa, e nunca um só jogador. Com tantas contrariedades, o plantel uniu-se para resolver os problemas causados por lesões. De resto, os jogadores experientes recrutados – Luís Saramago e Pedro Galvão – vieram suprir os lesionados.

É justo dizer que, numa época tão longa como esta, foi a qualidade do plantel (e a união no seio do grupo) que tornou possível este desiderato. E a parte final deste campeonato, com uma sequência de várias vitórias seguidas, foi fundamental para conseguirmos os nossos objetivos.

  1. O Távora está a quatro pontos do Arcozelo e ainda restam seis pontos por disputar. Apesar de depender de terceiros, em que medida o título é mais do que um sonho no balneário tavorense?

O nosso principal objetivo era a subida de divisão, ou melhor, lutar pela subida, pois nunca se pode garantir que vamos subir de divisão, apenas lutar por isso. Felizmente, conseguimos alcançar esse objetivo, que era o de várias equipas. A meta do título já não depende de nós. Mas a principal ambição do plantel é ganhar os dois jogos que restam e dar minutos de jogo aos jogadores que participaram menos no campeonato. Ficaremos satisfeitos se somarmos mais seis pontos e, se o Arcozelo perder quatro pontos, chegaremos lá. Mas não estamos obcecados com o título.

  1. A dupla Pedro Martins-Alexandre Casanova é, parece, inseparável. Que tipo de relação existe entre os dois?

Existe uma relação profissional e de amizade muito forte. Somos ambos colegas de profissão – professores de Educação Física –, trabalhamos juntos desde que o Pedro Martins assumiu a equipa principal do Távora. Enquanto a nossa vida pessoal o permitir, continuaremos a trabalhar juntos e tentaremos novos objetivos em conjunto. Devo dizer que trabalhamos em equipa. Tudo o que diz respeito à equipa – decisões de foro técnico, preparação e plano de trabalho – é definido por nós os dois.

  1. Qual o seu futuro?

Vamos ver… O nosso futuro imediato é acabar a época e tentar ganhar os dois próximos jogos. Depois disso, iremos conversar com o presidente e discutir a nova época para saber se há condições para continuar. O desejo é esse, mas teremos de ver, pois o campeonato da 1.ª Divisão é mais competitivo e será uma prova muito difícil. Mas, agora, queremos desfrutar deste momento.

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 Fotos: Facebook do Centro Recreativo e Cultural de Távora