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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.



Segunda-feira, 31.10.16

Dia das Bruxas assinalado com brincadeiras e horrores (também a brincar)...

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O Dia das Bruxas festeja-se hoje, 31 de outubro, mas, em Soajo, o Café Jovem, com a preciosa ajuda de um grupo de voluntárias, assinalou a tradição – mais anglo-americana do que latina – no passado sábado, 29. O espaço foi decorado com as cores e adereços típicos do Halloween e à festa aderiram miúdos e graúdos, vestidos e pintados a preceito, com vários gostos e vontades.

Como é da “praxe”, esta é uma festa sem regras, o que interessa é a diversão. Por isso, a atividade teve propostas como brincar às pinturas (sobressaiu a criatividade de Lisa Araújo) e às perucas; fazer de bruxinha, com a graça, por exemplo, de uma freira; espalhar o feitiço, através de uma parada de horrores como um caixão e o respetivo defunto (sempre a brincar, claro); pregar sustos típicos da ocasião; ou o desfilar de bonitas coreografias, combinadas com adereços concebidos a partir de materiais reutilizados.

As crianças, sem medo do espaço “assombrado”, também entraram no espírito do Halloween: vestiram-se e pintaram-se a rigor, com bonitas fantasias, misturando-se com personagens e vampiros adultos…

O público gostou das inocentes diabruras e, pelo nível de adesão, a festa do Halloween tem todos os ingredientes necessários para – sem cafés assombrados nem funcionários assustadores – fazer o seu caminho evoluindo de ano para ano.

De referir que, em períodos de maior atividade, o Rancho Folclórico das Camponesas da Vila de Soajo, em parceria com a Casa do Povo, também assinalou, no passado recente, o Dia das Bruxas, com um programa a condizer.

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por Soajo em Notícia às 14:14

Sábado, 29.10.16

Passou por Soajo “o melhor Campeonato do Mundo da história do trail running”

IMG_4102.JPGSoajo recebeu, hoje, 29 de outubro, o VI Campeonato do Mundo de Trail Running. A elite mundial da modalidade correu os 85 quilómetros da prova principal, que foi um autêntico teste à resistência e capacidade de superação dos concorrentes.

Os trilhos de montanha, com escarpas vertigionsas e paisagens de rara beleza, coroaram Luís Alberto Hernando, de Espanha, e Caroline Chaverot, de França (nascida na Suíça) como os novos campeões do mundo de trail, nos setores masculino e feminino, respetivamente. A seleção nacional obteve um meritório quinto lugar. Tiago Aires foi o primeiro português a cortar a meta, seguindo-se Ricardo Silva e Armando Teixeira. A equipa feminina fez ainda melhor, conseguinto um extraordinário quarto lugar coletivo.

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IMG_4247.JPGA corrida pedestre, com trilhos muito técnicos, pelo meio do único Parque Nacional, começou, às 5.15, na ponte do rio Caldo, em Terras de Bouro, passou pelo concelho vizinho de Ponte da Barca, e terminou no Campo do Trasladário, nos Arcos de Valdevez.

No posto intermédio de abastecimento (líquidos e sólidos), instalado no Largo do Eiró, ao quilómetro 64, muitos atletas, caso da portuguesa Sofia Roquete, queixaram-se do calor e da extrema dureza da prova, mas a grande maioria dos 302 competidores (172 homens e 130 mulheres), de 42 países, logrou chegar à meta, 21 quilómetros depois. E houve quem, devido a quedas, tivesse resistido a esfoliações… Mas nada que tivesse impedido um aceno aos espetadores depois de uma palavra de encorajamento.

Para a prova de elite, foi desenhado “o percurso mais difícil de sempre”, segundo o ultramaratonista minhoto Carlos Sá. Basta dizer que a corrida, de 85 quilómetros, teve um desnível positivo superior a 4500 metros, o equivalente “a subir da Covilhã à Torre cinco vezes e depois descer”, de acordo com a organização.

Além da corrida principal, houve outras três provas abertas ao público em geral: uma de 16 quilómetros (a pensar naqueles que estão a debutar na modalidade), outra de 55 quilómetros a solo e uma terceira de 55 quilómetros, disputada em estafeta por equipas de três elementos. No caso, tratou-se de uma boa oportunidade para os praticantes amadores e fãs das corridas embrenhadas na natureza “medirem” a respetiva resistência. As quatro corridas, com cerca de 1500 participantes, todos acarinhados pelo público, encontraram-se nas imediações de Arcos de Valdevez, local da meta que consagrou como campeões do mundo o aragonês Luís Alberto Hernando, de 39 anos, e a antiga canoísta Caroline Chaverot, de 40, reconvertida ao trail desde 2010.

No rescaldo do megaevento desportivo, com algum impacto económico e vasta cobertura mediática, sobraram bons motivos para festejar, pois não é todos os dias que uma competição à escala mundial se realiza nas belezas naturais da serra de Soajo.

Sabia que…

Quem fosse apanhado, neste Campeonato do Mundo, a arremessar lixo para o chão seria desclassificado?

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por Soajo em Notícia às 15:09

Sexta-feira, 28.10.16

Baldios recebem apoio de 27 500 euros para limpeza de bermas

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A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez e a Assembleia de Compartes dos Baldios de Soajo celebraram, no passado dia 12 de outubro, um protocolo no valor de 27 500 euros. No ato de assinatura, a entidade soajeira fez-se representar por António Amorim.

A referida associação, que detém uma equipa de sapadores florestais (cinco elementos), “vai aplicar este dinheiro, sobretudo, na limpeza de bermas”, segundo adiantou ao Soajo em Notícia Cristina Martinho, presidente do Conselho Diretivo dos Baldios.

Com esta ação, pretende-se prevenir os incêndios florestais, ou, pelo menos, reduzir a sua severidade, através da criação de faixas de gestão de combustíveis.

De acordo com a responsável, “estes meios financeiros são insuficientes para a vastíssima área de Soajo”, cujo território afeto aos Baldios tem uma extensão de 5400 hectares.

Para reforçar o trabalho de prevenção de incêndios, assim como de defesa da floresta, existe a expetativa de, futuramente, ser constituída uma segunda brigada de sapadores afeta aos Baldios de Soajo.

Foto: Gabinete de Imprensa da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez

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por Soajo em Notícia às 14:53

Quarta-feira, 26.10.16

Soajo bem representado na Feira “Cores e Sabores de Outono” do Agrupamento de Valdevez

IMG_3309.JPGO recinto da escola-sede do Agrupamento de Escolas de Valdevez (AEV) engalanou-se, hoje, quarta-feira (26 de outubro), para acolher mais uma Feria Franca “Cores e Sabores de Outono”. A representar a tradição fruteira e hortícola de Soajo, assim como as habilidades artesanais da Terra, estiveram os alunos que frequentam o 2.º ciclo no AEV.

“A feira está a correr bem, já fiz cerca de 20 euros”, soltou, quando a atividade ia a meio, o soajeiro Alexandre Araújo Ramos (com uma vistosa boina campestre), que, na banca improvisada, e em sociedade com um colega de turma, tinha um generoso cabaz de produtos ao dispor dos visitantes, entre maças, kiwis, alho francês, doces de figo e tomate, castanhas, cidreira, loureiro…

Já Beatriz Neto Rodas, também de Soajo, fez negócio com biscoitos, marmelada caseira e travessões. Os clientes, a maioria caras conhecidas, reconhecem o bom gosto dos adornos multicolores.

O tempo soalheiro ajudou, também, a “chamar” pais/encarregados de educação, familiares, amigos ou simples curiosos. Nesta feira, bastante concorrida, sobrou, para muitos, o embaraço da escolha. Nos cerca de trinta stands e pontos de venda montados no recinto, podia encontrar-se um pouco de tudo que fosse alusivo ao mundo rural. Frutos da época (castanhas, nozes, abóbora…), doces, compotas, mel, marmelada, leguminosas, cebolas, chás, coelhos, ovos caseiros, plantas (para ornamentar e temperar), biscoitos, bolachas…

No mercado ao ar livre, há quem procure produtos específicos. “Quero comprar mel”, disse Aurélio Ferreira, bastante “reconfortado com a interação criada na feira”, segundo uma tradição que germinou “há mais de uma década, sob iniciativa, àquela época, dos professores de EVT (Educação Visual e Tecnológica) e Ciências da Natureza”, acrescenta o adjunto do diretor do AEV, tão envolvido na ambiência como os restantes elementos da direção.

Com o passar do tempo, muitas das cestas que estavam carregadas de produtos de lá saíram vazias ou quase. A castanha, que Arnaldo Pereira comprou, foi um dos produtos mais transacionados. Os legumes também. Os visitantes, por regra, não se importam de pagar o valor justo pelo bom produto e não fazem grande questão de regatear o preço.

Só o acerto de contas, por falta de “trocos”, em certas situações, dificultou as trocas comerciais, mas disso resultou um exercício de raciocínio matemático bastante enriquecedor, até por ser em contexto prático. O cliente José Viana experimentou um compasso de espera, mas não perdeu nunca a compostura.

Entretanto, muitos dos visitantes exultam com o ambiente festivo. Absorvidos por esse espírito, os elementos do Rancho Folclórico de S. Pedro de Souto, de várias idades, apresentam-se trajados, como se de uma atuação num festival folclórico se tratasse, e brindam a assistência com uma bonita sequência de danças e cantares, sempre ao som da concertina.

O figurino de feira – onde alunos, professores e pais interagem como raramente acontece no atual sistema de ensino, muito mais formal do que informal – é do agrado de todos. “É uma feira lindíssima”, atira a professora Ermelinda Costa, enquanto ronda os stands e os vários pontos de venda. Em sintonia, Elisa Marques, colega aposentada, elogia a “qualidade e a diversidade dos produtos à venda”. A médica soajeira Elisabete Barbosa, contagiada pela animação, participa num vira.

Em suma, pelo ambiente de grande afinidade que se vive, cada ano, nesta Feira Franca, sob organização e dinamização dos grupos de História e Geografia de Portugal (2.º ciclo), o alarme da crise fica sempre à porta da escola, pelo que os pequenos “comerciantes”, muitos dos quais trajados com roupas e acessórios do campo, não precisam de fazer uso de pregões para gerar algum negócio, pois a adesão da comunidade educativa incentiva o consumo…

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por Soajo em Notícia às 13:46

Terça-feira, 25.10.16

Soajo em filme sobre turismo de natureza que ganhou vários prémios

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Soajo é um dos “tesouros” retratados no filme “Nature Experiences - from the Mountains to the Sea”, que arrebatou, recentemente, três primeiros prémios no Festival Internacional de Cinema Turístico, ART&TUR 2016. A película foi considerada o melhor filme internacional na categoria de “Outdoor Activities” e melhor filme nacional em duas categorias (“Expedições e Viagens” e “Desporto e atividades ao ar livre”).

O referido festival é um dos mais prestigiados eventos de cinema turístico a nível mundial. O filme foi coroado na mais recente edição do Art&Tur, que decorreu em Vila Nova de Gaia, de 19 a 22 de outubro, na qual participaram mais de três centenas de filmes, provenientes de vários países. O antedito filme (com quase seis minutos de duração) – que já tinha sido exibido no festival de Fantasporto de 2016, na secção competitiva de Melhor Filme Nacional – é uma pequena amostra das experiências que podem ser vividas numa visita pelas paisagens naturais do Minho.

O guião, que vai da montanha até ao mar, e atravessa rios e vales de rara beleza, retrata as áreas protegidas e os espaços naturais do Minho, incluindo o único Parque Nacional, também Reserva Mundial da Biosfera, onde Soajo, com a sua majestosa eira comunitária, as frondosas escarpas e as lagoas de água cristalina, tem merecido lugar de destaque.

O trabalho digital apresenta diversas experiências embrenhadas na natureza, nomeadamente atividades na montanha (caminhadas e escalada) e no rio (rafting, canoagem e passeios de barco), sem esquecer o mar (surf, mergulho e outros desportos náuticos) e os passeios a cavalo nos areais das praias minhotas.

Segundo a ADERE, o objetivo do filme foi o de apresentar o Minho “como um território de excelência para o turismo de natureza e, em particular, para a prática de atividades na natureza, mostrando as diversas oportunidades que podem ser experienciadas na montanha, no rio e no mar”.

O filme pode ser visto no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=s9D7K0638T0

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Imagem1.jpgFotos: Adere-PG

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por Soajo em Notícia às 16:39

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