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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

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Na vila de Soajo, a cerca de oitenta metros da rotunda do monumento à serra de Soajo, está por resolver, há várias semanas, um corte (rasgo) na Estrada Nacional 304, de um lado ao outro. O remendo feito, depois, à base de terra não é solução que agrade aos automobilistas e não pode, em caso nenhum, substituir o anterior piso em asfalto.

Caso esta pequena faixa não seja repavimentada, certo é que as chuvas vão degradar mais ainda a travessia, com todos os riscos daí decorrentes, nomeadamente eventuais estragos materiais (em amortecedores e sistemas de direção), para as viaturas que circularem nesta que é uma das entradas/saídas da vila de Soajo.

Recorde-se que, na mesma EN 304 (na zona de Lavaçosa), foi executada, no ano em curso, um rasgo idêntico, sendo que só passados vários meses é que foi reposto o asfalto na faixa de rodagem.

Para o caso acima denunciado, todos reclamam – o quanto antes – a mesma solução.

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O clã Da Costa – que tem origens familiares em Paradela – reina no karaté europeu em representação da forte seleção de França. Os irmãos Logan, Steven e Jessie, treinados pelo pai Michel Da Costa (no USL Mont-Saint-Martin), são autênticos papa-troféus a nível europeu (e mundial).

O sonho de ganhar um grande título europeu – com os três karatecas juntos – concretizou-se este ano (em Montpellier, França). Logan, 24 anos, e os gémeos Steven e Jessie, 19 anos, sagraram-se campeões da Europa, ao serviço da seleção gaulesa, derrotando a Turquia, por 3-1, na grande final, numa competição em que os três contribuíram decisivamente para estre estrondoso triunfo.

Assistiram ao feito uma trintena de adeptos e, principalmente, a mãe Dominique e o pai Michel (filho de soajeiros, de Paradela), que é, também, treinador no USL Mont-Saint-Martin, clube da região de Lorraine que os irmãos representam. Paralelamente, neste mesmo torneio, Steven Da Costa arrebatou o título europeu individual (-67 kg).

O medalheiro relativo à ainda curta carreira de Steven (começou a praticar karaté com apenas quatro anos), entre ouros e pratas (ver palmarés), já supera os dez pódios em competições maiores. Com um currículo tão rico, quase que ficam subalternizadas as medalhas de bronze, como aquela que ganhou numa edição dos Campeonatos do Mundo de Karaté, ou mesmo o título de campeão francês (-67 kg, em 2015) ou, ainda, a medalha de prata (-67 kg) nos Jogos Europeus de 2015.

Por sua vez, Logan Da Costa, que se deixou seduzir pelo karaté aos seis anos, também tem tido vários momentos de glória. Sagrou-se campeão do Mundo por equipas (em 2012) e, no ano seguinte, venceu o Campeonato da Europa por equipas.

Foi, ainda, campeão do Mundo Universitário (-75 kg, em 2014) e vice-campeão da Europa por equipas (em 2015). E, nos Campeonatos da Europa de Karaté de 2016, arrebatou a medalha de bronze (-75 kg).

Por fim, Jessie Da Costa, que começou, de igual modo, a praticar karaté muito precocemente (com quatro anos somente, como o gémeo Steven), além do referido título coletivo, já foi campeão da Europa de Esperanças, em 2014 (ver palmarés).

 

O que dizem acerca deles

Segundo a diretora técnica da seleção francesa, Corinne Navarro, os irmãos Da Costa fazem da força mental um dos seus pontos fortes, e é graças a esta mentalidade que a seleção francesa tem dominado o karaté europeu. “É incrível a energia que eles transbordam”, conta a responsável.

“Logan é muito experiente e acalma Steve, que parece estar ligado à eletricidade. Já Jessie é um portento de serenidade. Combinados com os colegas Kenji Grillon e Marvin Garin, fazem uma bela equipa”.

 

Palmarés de Steven da Costa (fora os títulos coletivos)

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. Medalha de ouro nos Campeonatos da Europa Cadetes (Baku, em 2012).

. Medalha de ouro nos Campeonatos do Mundo de Juniores (Gualadajara, em 2013).

. Medalha de ouro nos Campeonatos da Europa de Juniores (Konya, em 2013).

. Medalha de ouro nos Campeonatos da Europa de Juniores (Lisboa, em 2014).

. Medalha de ouro no Open de Cobourg Premier League (- de 67 kg/Cobourg, em 2015).

. Medalha de prata nos Jogos Europeus (- de 67 kg/Baku, 2015).

. Medalha de prata nos Campeonatos do Mundo de Esperanças (Jakarta, em 2015).

. Medalha de prata no Open de Salzburgo Premier League (- 67 kg/Salzburgo, em 2015).

. Medalha de prata no Open de Roterdão Premier League (-67 kg/Roterdão, em 2016).

. Medalha de prata nos Campeonatos da Europa de Esperanças (Limassol, em 2016).

. Medalha de ouro nos Campeonatos da Europa (Montpellier, em 2016).

 

Palmarés de Logan da Costa (alguns dos títulos coletivos e individuais)

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. Medalha de ouro nos Campeonatos do Mundo por equipas (Paris, em 2012).

. Medalha de ouro nos Campeonatos da Europa por equipas (Budapest, em 2013).

. Medalha de ouro nos Campeonatos do Mundo Universitários (-75 kg, Bar, em 2014).

. Medalha de prata nos Campeonatos da Europa por equipas (Istambul, em 2015).

. Medalha de ouro no Open de Paris Premier League (-75 kg, Paris, em 2016).

. Medalha de ouro nos Campeonatos da Europa por equipas (Montpellier, em 2016).

. Medalha de bronze nos Campeonatos da Europa (Montpellier, 2016).

 

Palmarés de Jessie da Costa (títulos principais)

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. Medalha de ouro nos Campeonatos da Europa de Esperanças (-84 kg, Zurique, em 2014).

. Medalha de bronze nos Campeonatos da Europa de Esperanças (-84 kg, Limassol, em 2016).

. Medalha de ouro nos Campeonatos da Europa por equipas (Montpellier, em 2016).

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10417728_1539227103031217_1892601216801734105_n.jpFontes: Revistas da especialidade, Internet e Facebook dos irmãos Da Costa

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O idílico lugar de Vilar de Suente carece de várias intervenções, a maioria relacionada com a rede viária e com a recuperação de equipamentos e infraestruturas. O relógio da capela, por acertar “há cerca de uma década”, segundo uma residente, é a metáfora perfeita da estagnação que aflige esta aldeia típica de Soajo, onde parte do casario conserva a sua traça original.

No plano das acessibilidades, estão detetadas, há um ror de tempo, situações críticas quer nas vias de acesso ao lugar, que apresentam diversos estrangulamentos, quer nos caminhos interiores com vários “pontos negros”, e para os quais, ao contrário do que está a ser feito, são precisos trabalhos regulares de limpeza.

Deste modo, o Caminho de Reigada, que reclama um arranjo de fundo, é para os locais um melhoramento prioritário, mas a obra não parece exequível nos próximos tempos, por não constar do plano plurianual de atividades do atual executivo.

De resto, também são necessários investimentos noutras vias. Para o Caminho da Barreira, mais conhecido por “Caminho do Cemitério”, além de um largo fronteiro ao cemitério a construir em área baldia – para beneficiação do acesso, estacionamento de viaturas e facilitação de manobras –, são reclamadas obras de correção no percurso, que se prendem com a remoção de uma lomba e, também, de uma fraga em cruzamento. 

Outra obra ansiada é a reabilitação da capela. Apesar de algumas intervenções aí executadas, há cerca de seis anos (custeadas pelos paroquianos), o pequeno “templo” apresenta evidentes sinais de degradação, principalmente nas paredes (lascas a cair…) e no pavimento exterior.

Entretanto, depois do incêndio do passado verão que fustigou Vilar de Suente, os fontenários públicos, volvidos quatro meses, continuam “secos”. “A água que existe é a da companhia”, disse ao Soajo em Notícia Maria Tibeiro Branco.

Pela positiva, sabe-se que a valorização da área baldia será feita, a curto prazo, com o plantio de número significativo de folhosas.

Residem em Vilar de Suente cerca de sessenta pessoas.

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De 16 a 18 de dezembro, Soajo oferece um mercado de Natal alternativo e repleto de boas sugestões. A feira promete espalhar calor humano nesta época de partilha e ser uma oportunidade para comprar diferentes tipos de presentes de Natal, poupando na economia familiar.

Para animar os dias que antecedem a quadra, Soajo vai acolher o II Mercado de Natal, que se realizará na Casa do Povo da vila de Soajo, com entrada gratuita. Do lado dos produtos de base tradicional, o rico cabaz incluirá mel, compotas, licores, doces, bolachas e biscoitos, alguns dos “tesouros” da mostra de sabores e saberes genuínos de Soajo.

No campo das artes e ofícios, a feira promete uma variada oferta de produtos têxteis e afins (rendas, bordados, trapilhos, roupas de criança, meias de lã, porta-moedas, porta-chaves…), assim como peças de cerâmica. Noutras bancas, sobressairão bonitas ornamentações de Natal à base de catos e troncos. E também haverá sabonetes artesanais/biológicos, através do reaproveitamento de elementos naturais. Sem esquecer, claro, velas de cera natural, plantas aromáticas e chás. De referir que os expositores são eles próprios os artífices dos presentes utilizando, na maioria dos casos, materiais reciclados da mãe-natureza.

Para alegrar o Mercado de Natal, a organização está a preparar um diversificado programa de animação, com atividades distribuídas pelos três dias: concerto “Urze de Lume (21.30, no dia 16); teatro (16.00, no dia 17); e cinema (visionamento do filme “Descida do carreto e lavrada”, 16.30, no dia 18). A música de raiz popular, em simbiose com os cantares e dançares da terra, não precisa de calendarização, porque espontaneamente ela aparecerá.

A organização, com apoio do Município e da Junta de Freguesia, emparceira os vários produtores locais e a Associação Desportiva e Cultural de Soajo, todos juntos para, durante três dias, ajudarem a promover prendas com certificado da Terra.

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No novo ano catequético, ainda não começou a ser ministrada a catequese na paróquia de Soajo. A situação arrasta-se e parece não existir solução à vista para a catequese, a qual devia ter arrancado em outubro.

“Num meio onde predomina a religião cristã, como é o caso de Soajo, causa bastante perplexidade não haver catequese, até porque há crianças em número mais do que suficiente – o facto de termos uma escola [pré-escola e primeiro ciclo] a funcionar quer dizer que há crianças”, refere o paroquiano Manuel Gomes Capela.

“Por aquilo que me foi dito, acredito que, embora com bastante atraso, ainda vai haver catequese, nem que seja com catequistas de fora”, acrescenta o – também – presidente da Junta.

Entretanto, o pároco Custódio Branco, interpelado sobre esta situação, recusou responder a perguntas, alegando que a informação “é uma não-notícia”. Mas, pelo meio, referiu que “a catequese se está a fazer noutros moldes”.

Foto: Arquivo

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Foi, recentemente, concluído um arranjo de um caminho interior, no lugar da Várzea.

Segundo o presidente da Junta, a obra vem “satisfazer uma necessidade detetada localmente”, tendo-se beneficiado o caminho entre a capela e o cemitério.

“No caso, tratou-se de introduzir um passeio (faixa) com um acabamento feito à base de argamassa em cimento amarelo”, disse ao Soajo em Notícia Manuel Gomes Capela.

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Nasceu, há 51 anos, em Soajo, onde deverá passar as próximas férias de verão. É, desde 2007, autarca  em Antony 92 (pequena cidade com cerca de 60 mil habitantes). Desempenha, neste departamento situado nos arredores de Paris, as funções de conselheira municipal para o público sénior e de delegada para os assuntos europeus. Tem-se empenhado fortemente para travar o avanço da extrema-direita em França. A “soajeira” de que se fala é Rosa Macieira Dumoulin.

Desde cedo, Rosa Macieira teve vontade de experimentar a “coisa pública” e a cocriação de uma associação local foi o primeiro passo para tentar mudar o destino das pessoas. Paralelamente, a experiência profissional que abraçou - adjunta de direção na Korian - foi um importante "trampolim" para, posteriormente, como conselheira do executivo, construir o futuro da comunidade local. Acredita que a política é a arte do “impossível”, porque permite “mover montanhas”, e exorta a comunidade portuguesa a participar mais no destino da nação de acolhimento.

Sempre que pode, Rosa volta a Soajo, a terra que “representa as raízes, o sorriso do pai, as férias da juventude, a bondade do povo” e muito mais.

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Quem é Rosa Macieira Dumoulin

. Idade: 51 anos.

. Naturalidade: Soajo

. Experiência profissional anterior: adjunta de direção na Korian (acompanhamento de grupos vulneráveis, nomeadamente terceira idade e doentes).

 

Sete perguntas a Rosa Macieira Dumoulin: “Soajo representa as minhas raízes”

  1. O que é que Soajo representa para si?

Soajo representa as minhas raízes, o sorriso do meu pai, um povo com um grande coração, as férias da minha juventude, o meu primeiro amor…

  1. De tempos a tempos, regressa a Soajo, onde, por vezes, passa férias. O que é que procura em Soajo?

Não vou todos os anos a Portugal, mas regresso, com grande prazer, a Soajo, sempre que posso. É em Soajo que encontro – nas pessoas sinceras e generosas – os meus verdadeiros valores. É a oportunidade de recordar os tempos bem passados com os meus pais (e restante família). É o reviver das festas com os meus amigos que estão no Canadá e nos Estados Unidos. E é um bom refúgio no meio da natureza. Estou a pensar em voltar a Soajo para junho próximo.

  1. Enuncie três razões para visitar Soajo.

A beleza da natureza e as paisagens à volta.

A beleza da vila e dos vários lugares.

O sorriso e a bondade do povo soajeiro.

  1. Como e quando é que ingressou na atividade política?

Comecei pelo meu bairro, onde, com outros habitantes, criei uma associação. Solicitei, à época, ao presidente da Câmara, Patrick Devedjian, que viesse visitar-nos regularmente. Quando ele, depois, me pediu para integrar a equipa dele, a minha resposta foi célere e afirmativa, porque entendo que devemos participar na vida política da nossa localidade: é a única maneira de mudar e melhorar a vida de todos, fazendo jus ao facto de vivermos sob um regime democrático, logo, com o poder de votar e de participar, no que for possível, na vida pública.

  1. A comunidade portuguesa, incluindo a soajeira, está, é público, bem adaptada a França. Que perceção é que os franceses têm dos portugueses?

Os franceses têm um grande respeito pela comunidade portuguesa que, na verdade, é corajosa e está bem adaptada. Mas, para mim, é demasiado discreta: a comunidade lusa deveria participar mais na vida política de França, o país onde ela vive, estuda, cresce e leva, muitas vezes, uma vida conjugal. Lembro que todos temos o direito de votar nas eleições municipais (autárquicas) para fazer ouvir a nossa voz e, por isso, não devemos desperdiçar o voto.

  1. Em 2017, disputam-se eleições Presidenciais em França e há cerca de um ano várias personalidades portuguesas ou de origem portuguesa subscreveram um manifesto contra a extrema-direita. Qual a sua posição?

A minha posição foi e é clara: não podemos deixar o partido de extrema-direita continuar a disseminar a sua política de mentiras, iludindo as pessoas com a ideia de que, com eles [extrema-direita], a vida será melhor. Não podemos aceitar que a França se feche à Europa. A extrema-direita é um perigo para a democracia, pelo que devemos combater as ideias racistas deste partido, explicando que a verdadeira face da extrema-direita reside no ódio entre humanos.

  1. Diz-se que “a política é a arte do impossível”. Quer comentar?

O antigo presidente do Brasil, Lula da Silva, afirmou, em tempos, que a política pode dar muito aos povos, neste sentido, a política pode mudar o rumo e o destino de uma nação. Ou seja, a política faz acreditar, sim, no impossível, desde que a comunidade se empenhe para atingir um objetivo coletivo. Em suma, a política permite realizar coisas impossíveis e “mover montanhas”. Não esqueçamos que o “impossível não é francês”.

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Foi aprovada, recentemente, a proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2017, após as alterações feitas em sede de especialidade. No portal da Direção-Geral do Orçamento, entre diferentes indicadores e mapas, estão apresentadas as verbas a transferir para as freguesias.

Segundo o Mapa XX, referente às transferências para as freguesias, Soajo (vila e lugares), em 2017, vai receber 52 498 euros, ou seja, mais 1458 euros do que no ano prestes a findar. Visto tratar-se de uma verba exígua, a autarquia soajeira não terá, novamente, dotação financeira para grandes investimentos.

O montante em questão é proveniente do OE’2017, nomeadamente do Fundo de Financiamento das Freguesias. O apuramento dos valores a transferir para as freguesias decorre, proporcionalmente, da participação destas nos impostos do Estado.

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