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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

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Tarde festiva e de palavras empolgantes para os anfitriões. A Associação Cultural e Desportiva dos Amigos de Vilarinho das Quartas festejou, este domingo, 15 de janeiro, o 21.º ano de existência, organizando o tradicional almoço-convívio de Reis. Ao todo, estiveram à mesa cerca de cem pessoas, que degustaram o saboroso cozido à Soajeira.

No tradicional discurso da “praxe”, o vereador do Associativismo disse que “a Associação de Vilarinho das Quartas é, com todas as palavras, a mais dinâmica da freguesia de Soajo. As outras tentam acompanhar, umas fazem mais, outras menos, todas elas têm a sua valência e o seu cabimento, mas a de Vilarinho, com esta infraestrutura [sala inaugurada em junho de 2016], está cada vez mais capacitada”, elogiou Olegário Gonçalves, que incentivou os dirigentes da Associação, representada por Fernando Gomes, Manuel Mário Domingues e Fernanda Brasileiro, e o diretor do Rancho de Vilarinho, Ruben Coelho, a prosseguirem o trabalho em prol da Terra.

Mas esta jornada de convívio, à volta da tradição dos Reis, só se realizou porque teve a preciosa colaboração de um grupo de voluntários, que cozinhou e serviu à mesa o recheado menu de iguarias. No fim do repasto, que juntou soajeiros e forasteiros, quem quis foi brindado com uma fatia de bolo alusivo a mais um aniversário da Associação local.

Seguiu-se, pela tarde fora, a organização espontânea de um bailarico, ao som dos cantares tradicionais e das concertinas dedilhadas por vários artistas da freguesia de Soajo.

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Soajo em Movimento ConVida iniciou, este mês de janeiro, um curso de cerâmica, com “aulas” grátis para os interessados.

“Aprender a trabalhar o barro”, e com ele criar arte, é a ousada proposta da Oficina da Moura, que está sediada na vila de Soajo.

Através dos ensinamentos deste “laboratório”, ligado à cerâmica, quem quiser pode explorar artisticamente dons descobertos ou ocultos para conceber peças em barro como utensílios ou apetrechos de utilização prática.

Os soajeiros têm, pois, à porta de casa uma boa oportunidade de manipular o barro, transformando-o em peças de arte.

A ceramista Filipa Correia está lá para o ajudar a dar largas à imaginação.

As sessões funcionam consoante as inscrições e a disponibilidade de cada um dos inscritos. 

Para saber mais, contacte o número 927 180 541.

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Fotos: Facebook de Soajo em Movimento ConVida

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Parece ter caído, irremediavelmente, no esquecimento. O rio Lima, ou rio Lethes, “rio do esquecimento” (porque, segundo a lenda, as suas águas tinham o condão de apagar a memória, isto é, de fazer esquecer tudo o que acontecera em vida), é um “tesouro” inexplorado, está infestado de espécies invasoras (biológicas, piscícolas e avícolas aquáticas), algumas das quais predadoras, e, associado a isso, quase não tem trutas.

Os relatos de vários soajeiros, amantes da pesca, que (ainda) frequentam o rio, não deixam margem para dúvidas. O outrora rio truteiro foi, dizem, invadido por espécies vorazes, casos do lúcio, da carpa e do achigã, que têm uma “dieta” à base de peixe autóctone (truta, escalo, boga e barbo), população piscícola que começa a escassear.

Sem certezas, o presidente da Associação de Pesca Desportiva do Vez frisa que as espécies vorazes “poderão ter descido do lado galego ou ter sido introduzidas localmente”, sendo certo que o lúcio “traz consequências muito negativas”, denuncia José Carlos Caçador Marinho.

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Como se não bastassem estas ameaças à preservação da população autóctone, o território está confrontado com o avanço de uma praga que reclama atenção urgente das entidades, a exemplo do que está a ser feito noutros países. Trata-se do corvo-marinho, que, nos últimos anos, parece ter encontrado no Lima um “santuário”. Esta ave aquática, como grande predadora piscícola que é (um corvo-marinho adulto come cerca de sete quilos de peixe por dia), está a desequilibrar fortemente o habitat, e, segundo vários testemunhos, já nidifica por cá.

Para estudar medidas de controlo, realizou-se, recentemente, uma reunião que juntou à mesa, entre outros, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, vários pescadores de competição e entidades ligadas à pesca, nomeadamente a Associação de Pesca Desportiva do Vez, que tem denunciado o problema da replicação do corvo-marinho. Segundo o presidente da referida coletividade, “houve a promessa de serem tomadas medidas no futuro”.

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Fora de controlo, também, está a erva-pinheira, alga que tem vindo a alastrar no leito do rio Lima, que apresenta extensos “lençóis” desta espécie, cuja remoção, por ser muito onerosa e tecnicamente complexa, tem estado fora das prioridades dos governantes.

“É um assunto que deveria ser visto e analisado pelas entidades competentes para que venham a ser tomadas medidas de desinfestação”, avisa José Carlos Caçador Marinho.

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A Associação Cultural e Desportiva dos Amigos de Vilarinho das Quartas organiza, no próximo domingo, 15 de janeiro (13.00), o tradicional almoço de Reis.

A sessão festiva servirá, também, para comemorar o 21.º aniversário da prestimosa coletividade.

Foto de arquivo

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José Cardoso Batista Ferreira e outros 16 proprietários de imóveis em Reigada, Sedas (Chedas) e Eiras (Vilar de Suente) solicitaram, em tempos recentes, ao Município de Arcos de Valdevez, acesso à rede de abastecimento de água pública.

No seguimento desta pretensão, por unanimidade, foi deliberado aprovar, em sede de reunião de Câmara (de 9 de janeiro), a abertura de procedimento para esta ampliação, cujo valor-base é de 22 500 euros.

Deste modo, será feito convite a três empresas para apresentação de orçamento.

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O domingo, 8 de janeiro, amanheceu gelado, mas nem isso dissuadiu os caçadores de participarem na montaria que o Clube de Caça e Pesca de Soajo organizou nos montados da Várzea. A batida juntou cerca de quarenta aficionados, entre monteiros, matilheiros e postores.

Antes de saírem para as portas sorteadas, os caçadores, concentrados no Café Jovem, cumpriram os habituais requisitos burocráticos e serviram-se do calórico “mata-bicho”, "pequeno-almoço" reforçado que incluiu carnes grelhadas (fêveras e barriguinhas) no meio do pão, caldo-verde e vinho. Os galegos Manuel Garrido, 59 anos, Serafim Sousa Fernandes, 55, Sindo ‘Padeiro’, 56, e António Macareñas, 66, eram dos mais entretidos entre os participantes.

Findo o manjar improvisado, de pé, o grupo organizou-se e convergiu, depois das 11.20, para os postos marcados na mancha da Várzea, onde os monteiros, distribuídos pelas respetivas portas, só tiveram de esperar pela largada das quatro matilhas para darem início à jornada de caça em terreno bastante acidentado, cobrindo uma área de cerca de 300 hectares.

O local escolhido, abençoado por paisagens de rara beleza, é, nesta região, um dos “santuários” do porco-bravo, dado o grande número de suínos que povoa os montes. Por isso foram avistados vários exemplares durante esta jornada, que foi bastante produtiva: quatro javalis abatidos e dezenas de disparos. Um bom pecúlio, deve dizer-se.

Segundo o presidente do Clube de Caça e Pesca de Soajo, António Cerqueira, a “montaria teve todos os requintes”, pela jornada que "correu de feição" (sem acidentes), pelos “troféus” caçados e, sobretudo, pela prevalência do convívio, da amizade, do contacto com a natureza e da boa comida.

Ao cair da noite, o grupo regressou ao ponto de partida para degustar, justamente, o delicioso cozido à Soajeira, servido à mesa do Café Jovem.

Nova montaria está, entretanto, aprazada para o próximo dia 29 de janeiro, desta vez na mancha de Ramil.

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Respeitou-se a tradição. A Casa do Povo de Soajo promoveu a habitual ceia de Reis no dia 6 de janeiro. Ao todo, 140 pessoas lotaram a sala, encerrando em ambiente de grande alegria este período de festividades.

Manda a tradição que a comunidade soajeira (e não só) se junte para celebrar o fim dos festejos de Natal. Como sempre, imperou o espírito de companheirismo à mesa, entre deliciosas garfadas, “à custa” do recheado menu, composto de cozido à Soajeira, doces e bons vinhos.

No fim do repasto, o sorteio que resultou das rifas compradas pelos comensais valeu um presunto a Manuel Fernandes.

De seguida, no palco, foi organizado um concorrido e animado bailarico, ao som das concertinas dedilhadas por tocadores soajeiros.

A atividade – custeada pelos contributos amealhados com “as janeiras” (estas renderam cerca de 900 euros) – ficou por 700 euros.

A Junta de Freguesia fez-se representar, neste jantar-convívio, pelo presidente, Manuel Gomes Capela.

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06 Jan, 2017

Notícias de Cunhas

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No segundo semestre de 2016, foram realizadas obras de recuperação da rede viária no lugar de Cunhas. Ao todo, as empreitadas custaram 10 024,2 euros.

Os trabalhos, entretanto concluídos, consistiram na pavimentação do Caminho do Teso do Pereiro, intervenção que ficou por 5975 euros; no arranjo do Caminho do Largo da Eira, com um investimento de 2517,50 euros; e na reabilitação do Caminho do Moledo, o qual implicou um gasto de 1531,70 euros.

Segundo o presidente da Junta de Freguesia de Soajo, “estes melhoramentos beneficiam e servem os residentes do lugar de Cunhas”, que “verá, também, o Caminho do Fugueirão pavimentado no ano em curso”, promete Manuel Gomes Capela.

De referir que o Plano de Atividades para 2017 foi “chumbado” em sede de Assembleia de Freguesia, como este blogue noticiou oportunamente.

Foto: Joaquim de Jesus Neto

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Sob organização do Clube de Caça e Pesca de Soajo, realiza-se, no próximo domingo, 8 de janeiro, a segunda montaria ao javali, na presente época cinegética. Desta vez, os monteiros e matilheiros vão confluir para uma mancha na Várzea.

A concentração do grupo está marcada para as 9.00 no Café Jovem, onde se vai realizar, por volta das 10.00, o tradicional mata-bicho.

De acordo com o presidente da coletividade soajeira, “estão previstas sessenta portas” na idílica mancha da Várzea, “onde existe uma grande população de javalis”, diz António Cerqueira.

Para terminar em grande esta jornada cinegética, por volta das 18.00, será servido à mesa um pitéu característico da Terra.

Até ao fim da presente temporada, estão calendarizadas duas novas montarias (29 de janeiro e 12 de fevereiro).

Foto de arquivo

03 Jan, 2017

Noite de Reis

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A Casa do Povo organiza o tradicional jantar de Reis no próximo dia 6 de janeiro (sexta-feira).

A festa começa às 19.30 na sede da referida coletividade.

São esperados muitos soajeiros e amigos neste jantar-convívio, que encerra o período festivo.