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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

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A presidente do Conselho Diretivo dos Baldios de Soajo, Cristina Martinho, através de “Aviso”, convoca os compartes desta freguesia a comparecerem na sede da referida entidade para regularizarem a respetiva exploração agropecuária.

Os compartes, consoante a sua disponibilidade, podem proceder à regularização da situação nos dias 20 e 21 de fevereiro, nos seguintes horários: das 10.00 às 12.30 e das 14.00 às 17.00.

Para efetuar o respetivo levantamento, cada comparte deve munir-se do título de exploração, ao abrigo do Regime de Atividade da Atividade Pecuária, e do Cartão de Cidadão (ou Bilhete de Identidade).

O procedimento “é obrigatório e tem um custo associado de 5 euros”, lê-se no comunicado.

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A Junta de Freguesia de Soajo vai proceder, no ano em curso, a um conjunto de recuperações viárias, algumas das quais por concretizar em anos anteriores, apesar de previstas nos planos plurianuais de atividades.

Dada a exiguidade de verbas com que são dotadas atualmente as freguesias na sua generalidade, a parceria existente entre o Município e as juntas/uniões é um pequeno contributo para intervenções de maior visibilidade. Neste sentido, foi aprovado, pela Câmara, celebrar um protocolo, no valor de 30 mil euros, a favor da freguesia de Soajo.

“Este dinheiro vai ajudar a custear a reparação de diversos caminhos pelos vários lugares da freguesia”, disse ao Soajo em Notícia o presidente da Junta, Manuel Gomes Capela.

O montante global das intervenções ascende a 57 091 euros (valor sem IVA).

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A Assembleia de Compartes dos Baldios da Freguesia Soajo vai promover, a curto prazo, uma plantação de floresta autóctone no Mezio, numa área que foi fortemente fustigada pelos incêndios no passado verão.

Para ajudar a custear os trabalhos de preparação (abertura de fiadas) na área baldia selecionada, com uma extensão de 13 hectares, a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, em sede de reunião, no passado dia 10 de fevereiro, deliberou atribuir um apoio de 5 mil euros à Assembleia de Compartes dos Baldios da Freguesia de Soajo.

A ação de reflorestação, integrada no Projeto Floresta Comum, tem em vista aumentar a mancha de área verde e minimizar o impacto causado localmente pelos incêndios de agosto de 2016.

Ao todo, serão plantadas no Mezio cerca 15 mil árvores.

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Nota: As fotos que ilustram esta notícia são de arquivo.

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O vislumbre de Soajo resiste ao inverno e, com a “ajuda” dos fenómenos climáticos (temporal e neve nos cumes), temos a natureza em estado selvagem a “abraçar” flashes de rara beleza (e, felizmente, sem dramas a lamentar).

Nestes dias invernosos e de neve, o que mais impressiona é a omnipresença de recantos únicos que povoam o território de Soajo, as cores típicas da época, o chapinhar da água espumada nas cascatas e, sobretudo, a possibilidade de transformar um dia mau num dia agradável, porque cada escapadela pela natureza tem o condão de revelar algo “novo”.

Pode ser uma paisagem, uma cascata sobranceira, uma encosta “pintada” de branco, um rebanho, um velho moinho ou uma levada, como esta fotorreportagem tenta ilustrar…

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Fotos: Soajo em Notícia e António Neto

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Sob organização do Clube de Caça e Pesca de Soajo, realiza-se, no próximo domingo, 12 de fevereiro, a última montaria ao javali na presente época cinegética. Nesta circunstância, os monteiros e matilheiros vão bater os idílicos montados de Adrão.

A concentração do grupo está marcada para as 8.30-9.00 no Café Paris Latino, onde se vai realizar, cerca das 10.00, o habitual mata-bicho.

Por volta das 11.00, é de prever a saída do grupo rumo a Adrão. Pela mancha, de trezentos hectares, vão estar distribuídas sessenta portas.

A jornada cinegética termina à mesa do Café Jovem, onde será servido um delicioso pitéu.

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Nota: A foto que encima a notícia é de arquivo.

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Está em alta a confiança dos promotores turísticos. Encorajados pelo enorme potencial do território e pela visitação que Soajo tem vindo a reforçar de ano para ano, há localmente cada vez mais agentes a empreender iniciativas e investimentos ligados à indústria do turismo.

É o caso do soajeiro Alexandre Rodrigues, emigrante na Suíça, que vai investir na abertura de um empreendimento hoteleiro, o qual se encontra em fase de construção na vila de Soajo, nas proximidades da Padaria Seara Nova.

SOAJODREAMS, o nome da futura unidade, remete para as experiências de “sonho” que este recanto tem para oferecer a quem visitar o território, cuja riqueza natural, arquitetónica e cultural está, ainda, por explorar na sua plenitude.

Sem beliscar a concorrência, Alexandre Rodrigues adianta que este “projeto vem completar a oferta de alojamento em Soajo e criar sinergias para o comércio local”. Parte do princípio de que todos só têm a ganhar com a espetacular “envolvente” que decora Soajo, tornando este destino cada vez mais popular para férias e “escapadelas” no meio da natureza. Além disso, direta ou indiretamente, são preciosos aliados da SOAJODREAMS a gastronomia e os produtos endógenos, o património construído (casario, espigueiros, ruas graníticas…) e o Parque Nacional, a cultura e as tradições ancestrais, o rio e a serra, a pacatez e a segurança…

O hotel, com oferta de “14 apartamentos turísticos/estúdios”, ainda sem data de abertura prevista, será devidamente adaptado ao contexto e ao público-alvo. A unidade, talvez de 3 estrelas, não disponibilizará restaurante e a oferta de piscina está em fase de estudo.

Em entrevista ao blogue Soajo em Notícia, Alexandre Rodrigues desvenda o que SOAJODREAMS vai ser na nova dinâmica que se pretende introduzir no “coração” do Parque Nacional.

 

Quem é Alexandre Esteves Domingues Rodrigues

Naturalidade: Soajo (Carreiras)

Idade: 49 anos

Situação profissional: emigrante na Suíça há 31 anos

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Entrevista com Alexandre Rodrigues

“O mercado hoteleiro enfrenta grandes desafios”

Como e quando é que surgiu a ideia de construir um hotel na vila de Soajo?

Quando, em finais de 1985, emigrei para a Suíça, nos primeiros anos, tive oportunidade de trabalhar e fazer formação no setor hoteleiro. É claro que esta passagem profissional teve muita influência na decisão, depois, vêm as nossas raízes e o gosto pela Terra.

Este projeto germinou há alguns anos, mas tive de lidar com muita burocracia, que é um obstáculo em Portugal. Mas, por natureza, sou um otimista.

Que tipo de hotel será SOAJODREAMS?

O hotel vai ter apartamentos turísticos em estúdio. Ao todo, serão 14 unidades.

Não sou adepto de hotéis de 4 e 5 estrelas, que têm um impacto direto no custo e no preço ao cliente. Temos de ter sempre em conta os requisitos e o público-alvo.

Que público pretende captar?

É o nicho que procura Soajo para explorar todo o potencial deste paraíso. Nesse sentido, pretendemos valorizar e desenvolver atividades para oferecer boas condições ao turista que visita o território.

Quais as tendências que perceciona no mercado?

O mercado hoteleiro enfrenta grandes desafios que decorrem do facto de existirem vários promotores no mercado de alojamento com difusão na Internet. A indústria do setor hoteleiro tem de trabalhar as novas tendências e, por vezes, os elevados custos de funcionamento tornam os projetos inviáveis.

Além do alojamento, que valências é que o hotel vai oferecer?

O projeto não vai ter restaurante, porque penso que temos restaurantes suficientes em Soajo para responder ao mercado. Quando à disponibilização de piscina, temos uma solução em estudo.

Que marcas é que vão distinguir SOAJODREAMS da concorrência e do alojamento local?

Há marcas de demarcação concorrencial que são de realização simples e de investimento reduzido. Estou convencido de que este projeto vem completar a oferta de alojamento em Soajo e criar sinergias para o comércio local.

Em que medida é que será dada preferência a recursos humanos de Soajo? A quantas pessoas vai dar trabalho?

A pergunta é pertinente… Este tipo de atividades não pode ser deslocalizada. Recrutar localmente faz todo o sentido, pois, quando se trabalha no setor turístico, temos de estar disponíveis.

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Um grupo de soajeiros lançou uma Petição Pública, via Internet, por “Soajo mais limpo” e, paralelamente, em vários estabelecimentos comerciais, está a circular um abaixo-assinado para residentes e visitantes o subscreverem, caso pretendam engrossar a lista de signatários.

O objetivo é denunciar a falta de asseio que existe na freguesia e sensibilizar o presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez para a necessidade de “implementar uma solução com caráter urgente”.

Segundo os proponentes da Petição, “as autoridades locais não encaram de forma séria o problema do lixo e dos resíduos domésticos”, assim como a “falta de limpeza”, pelo que a Câmara Municipal tem de “intervir nesta situação […]”.

“Já perdemos muito tempo a debater este assunto, já perdemos muito tempo a chamar a atenção. É tempo de fazer”, lê-se na Petição.

As denúncias contra a falta de limpeza na freguesia de Soajo não são de agora. Desde 2014 que os alertas têm sido apresentados, principalmente pela CDU e por vários eleitos do MSI, em sede de Assembleia de Freguesia, e os apelos têm-se repetido. Mas, nas últimas reuniões do órgão deliberativo, subiu fortemente de tom a contestação ao facto de a freguesia estar “suja”.

E, de facto, uma simples ronda por Soajo atesta que é precisa uma grande intervenção no território. Todavia, dirão alguns, o exercício de (plena) cidadania também reclama ações concretas da sociedade civil, a exemplo do que tem acontecido noutras localidades (até deste concelho), ainda que muitas vezes aproveitadas para fins propagandísticos.

Justamente, a pensar no que se pode fazer a favor da comunidade, o movimento impulsionador da iniciativa pretende criar campanhas de limpeza para resolver, com a ajuda de todos, este problema.

Seja como for, este grupo decidiu lançar, agora, a Petição Pública (online) a favor de “Soajo mais limpo”, presume-se, para não passar de mais um alerta. Em paralelo, vai ser feita uma ronda por todos os lugares de Soajo com a finalidade de recolher assinaturas.

À hora de publicação deste post, a Petição online tinha 44 subscritores.  

 

Para ler a Petição e, se for caso disso, subscrever, aceda através de: 

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT84461

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Quem foi gostou e espera nova realização. A Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da Casa do Povo de Paradela organizou, no passado dia 5 de fevereiro, um concorrido almoço-convívio.

Com S. Pedro a dar uma “trégua” no mau tempo, cerca de noventa pessoas degustaram o prometido arroz de sarrabulho à moda de Paradela na sede da coletividade local, que, apesar de pequena para tanto público, aconchegou, em clima de alegria esfuziante, largas dezenas de conterrâneos dos vários lugares de Soajo, assim como amigos e conhecidos de freguesias vizinhas. De notar a presença de várias pessoas vindas da Galiza.

O “menu”, além de comida deliciosa e boa disposição, incluiu música de raiz popular, que apareceu espontaneamente para animar, pela tarde fora, um gracioso bailarico, ao som dos cantares característicos da Terra.

A atividade só foi possível graças a um grupo de voluntários que, entre preparativos, cozinha, serventia e limpeza, andou numa autêntica roda-viva para que nada falhasse.

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O temporal ocorrido na madrugada desta sexta-feira não causou estragos em Soajo, segundo o vereador da Proteção Civil, Olegário Gonçalves, e o presidente da Junta de Freguesia, Manuel Gomes Capela.

A noite de muita precipitação, incluindo chuva de granizo, e ventos fortes resumiu-se, felizmente, a enxurradas, algumas árvores derrubadas e ramos esgalhados.

“Em Soajo, não há registo nem de corte de estradas nem de derrocadas”, disse o referido vereador ao Soajo em Notícia.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê a continuação de tempo invernoso para a região do Alto Minho.

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Fotos: António Neto

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A Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da Casa do Povo de Paradela promove, no próximo dia 5 de fevereiro (domingo), um almoço-convívio à volta do arroz de sarrabulho (à moda de Paradela). O degustar da boa comida começa por volta das 13.00.

A animação espontânea, em torno da música de base popular, está prometida pela tarde fora.

A entrada custa 10 euros.

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Nota: A foto que encima a notícia é de arquivo.