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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

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“A Junta de Freguesia de Soajo informa que a sede da Junta, o posto de turismo e o posto de correios estarão fechados para férias de 3 de julho a 17 de julho”.

Sem colocar em causa direitos consagrados na lei – a funcionária (administrativa) da Junta de Freguesia tem direito a férias e é livre de as gozar quando bem entender –, a verdade é que os soajeiros vão ficar privados dos serviços administrativos da Junta, assim como do posto de correios, durante duas semanas.

Além disso, no mesmo lapso temporal, também a loja interativa estará de portas fechadas, coincidindo com a época alta do fluxo turístico.

Esta situação acontece porque, pelo executivo da Junta, não foram salvaguardadas alternativas para colmatar estas situações que provocam imensos transtornos aos soajeiros.

Daqui resulta que o povo de Soajo, depois do encerramento da agência bancária e da farmácia, além da redução do horário da Extensão de Saúde, se vê cada vez mais marginalizado e desamparado, apesar de pagar impostos e cumprir com os restantes deveres de cidadania…

Entretanto, a antedita informação (em suporte papel), que esteve afixada na porta da sede da Junta/posto de turismo até dia 16 de maio, foi tirada de lá, mas não há nenhuma atualização/desmentido da mesma.

Quem viu e leu o comunicado pretende saber em que ficamos afinal!

16 Mai, 2017

Festa da Montanha

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A Porta do Mezio (Soajo) recebe, no fim de semana de 3 e 4 de junho, a Festa da Montanha.

O programa, virado para as riquezas naturais, patrimoniais, culturais e gastronómicas que povoam o território, “pulmão” do Parque Nacional, contempla desportos de aventura, artes e ofícios tradicionais, promoção de produtos agropecuários e degustação nas tasquinhas dos típicos sabores regionais.

Esta edição de estreia da Festa da Montanha oferece, complementarmente, vários momentos de animação, com o objetivo de atrair e “prender” no Mezio grande número de visitantes. Além disso, o programa “Somos Portugal”, da TVI, volta a ser emitido diretamente do recinto onde está sediada a Porta, desta feita no dia 4 de junho.

Mas, se o formato, os motivos, os expositores e as atrações são, basicamente, os mesmos da Feira do Mezio, porque é que a organização decidiu (re)batizar o evento como Festa da Montanha? Será para ir atrás de modas e do que já se popularizou em muitos pontos de Portugal? E qual o motivo para tirar Mezio da nomenclatura e esta não incluir “serra brava” ou “serra de Soajo”?

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As matrículas no pré-escolar e 1.º ciclo (para o ano letivo 2017/2018), que começaram no passado dia 15 de abril, decorrem até 15 de junho próximo, e são efetuadas online, via portal de escolas (www.portaldasescolas.pt).

Após a verificação, atualização (se for caso disso) e preenchimento de todos os dados, é preciso fazer o upload dos documentos exigidos para a realização da matrícula, nomeadamente:

. fotocópia do Cartão de Cidadão do aluno;

. fotocópia do Cartão de Cidadão do encarregado de educação;

. fotografia;

. exame global de saúde (específico para o 1.º ciclo);

. declaração da Segurança Social com o escalão de abono familiar atribuído ao aluno (1.º ciclo somente);

. fotocópia do Número de Identificação Fiscal (NIB).

 

No caso de a matrícula ser referente a aluno do ensino pré-escolar, acrescem outros documentos, designadamente:

. fotocópia do IRS de 2016;

. recibos de vencimento;

. comprovativos em situação de desemprego.

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Já há dois candidatos confirmados à Junta de Freguesia de Soajo.

Cristina Martinho encabeça a lista do Movimento Soajeiro Independente (MSI) e Manuel Barreira da Costa avança nas listas do PSD. É o reeditar de um duelo que, nas eleições dos Baldios de 7 de maio de 2016, foi favorável à atual presidente do Conselho Diretivo dos Baldios de Soajo.

Para recuperar a Junta perdida há quatro anos, o PSD queria muito João Casanova – fontes destacadas garantem que este “era o candidato preferido” –, mas, face à intransigência do engenheiro, a Comissão Política teve de “virar agulhas” para outros nomes, que também foram “caindo” uns atrás dos outros, restando Barreira da Costa e Luísa Gomes na pequena seleção final. A estes, juntou-se António Cerqueira, que, há cerca de um ano, na “corrida” aos Baldios, concorreu contra Cristina Martinho e… Manuel Barreira da Costa.

Contactado pelo blogue, Barreira da Costa confirmou a composição dos primeiros nomes da lista (ele próprio, António Cerqueira e Luísa Gomes), remetendo declarações mais detalhadas para outra altura. No entanto, em comunicado publicado nas redes sociais, o ex-presidente da Junta diz ter com ele “uma equipa coesa e experiente” em prol de “um Soajo cada vez melhor e mais atrativo”.

É contra esta lista que Cristina Martinho já decidiu ir a votos. “A lista do PSD é fraca e um atentado à inteligência dos soajeiros”, atira a candidata do MSI, que assegura ter a composição da lista quase ultimada, adiando anúncio público para a segunda quinzena de maio.

“Olhando a um passado recente, onde até houve contenciosos e ações desfavoráveis à pessoa [Manuel Barreira da Costa] que se autonomeia, agora, candidato à Junta, só posso dizer que tudo isto é vergonhoso, mas as pessoas de Soajo terão oportunidade de dizerem o que pensam disso nas próximas eleições”, preconiza Cristina Martinho.

Além do PSD e do MSI, também a CDU deverá candidatar-se às autárquicas do próximo outono.

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A Rota Cisterciense do Alto Minho-Galiza será inaugurada no próximo dia 1 de julho. Os trilhos pelo noroeste peninsular, que vão ligar o Vale do Lima, através das montanhas, a começar pela serra de Soajo, ao Vale do Minho e à Galiza, serão apresentados em vários pontos-âncora do itinerário cultural e místico como Ermelo, S. Bento do Cando, Fiães, Leiro e Osseira, indo o almoço realizar-se em Melgaço.  

O caminho transfronteiriço, que poderá ser percorrido futuramente a pé, a cavalo ou em motociclo, terá início no mosteiro de Ermelo e terminará na abadia de Osseira, na Galiza.

Ermelo serve de ponto de partida, porque “o mosteiro [desta terra] marca o Vale do Lima e tem uma história interessante”, disse à rádio TSF o antropólogo e promotor de educação para o património, José Rodrigues Lima.

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“Podemos ver nele [mosteiro de Ermelo] vestígios de arte românica e, por isso, tem merecido estudos de vários investigadores”, que sublinham o facto de este património religioso constituir um “centro congregador das gentes que vivem na zona de Arcos de Valdevez e de Ponte da Barca, que para lá confluem na romaria de S. Bentinho, no dia 11 de julho.”

Tal como há de constar da brochura promocional, a Rota Cisterciense do Alto Minho-Galiza, depois de arrancar de Ermelo, passará por Soajo e pela branda de São Bento do Cando (Gavieira)”. Seguidamente, atravessa a zona da Branda da Aveleira e Bouça dos Homens, continuando por Lamas de Mouro, descendo por Alcobaça e Adadela, para encontrar o mosteiro cisterciense de Santa Maria de Fiães, concelho de Melgaço”.

“A rota prossegue por terras melgacenses e atravessa a zona fronteiriça de São Gregório, seguindo por Cortegada e atravessando o rio Minho”.

“Ribadavia será ponto de passagem, para logo encontrar em Leiro o mosteiro Cisterciense de Santa Maria de San Clodio, envolvido pelo rio Ávia e pelos vinhedos das cepas alinhadas e produtoras do vinho do ribeiro”.

“Continuando o caminho cisterciense ultrapassa-se o Carvallino, passando pelo município de Cea”.

“Após um denso carvalhal escutando o murmúrio do rio, surge o grande conjunto monacal do mosteiro de Santa Maria de Osseira”, local de chegada da Rota.

Como gosta de dizer o estudioso José Rodrigues Lima, “a paisagem cultural da Rota encerra história, antropologia, arte e valores éticos e estéticos, num autêntico diálogo com a memória dos homens e das coisas”.

Além disso, na essência da Rota, que começou a ser trabalhada em 2014, estão os cinquenta anos que, nesse ano, se cumpriram desde a proclamação de São Bento como padroeiro da Europa pelo papa Paulo VI, em 24 de outubro de 1964.

Neste projeto, têm manifestado estreita parceria, entre outros, os padres Belmiro Amorim, pároco de Ermelo; Custódio Branco, pároco de Soajo; César Maciel, pároco da Gavieira; Raul Fernandes, pároco de Parada do Monte; e Manuel Domingues, pároco de Fiães.

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O assunto está a dar que falar e o blogue Soajo em Notícia não passa ao lado dele.

Familiares e amigos de utentes do Centro Social e Paroquial de Soajo têm vindo a denunciar maus-tratos emocionais cometidos por algumas colaboradoras daquela instituição.

Na sua página facebookiana, a soajeira Rosa Enes queixa-se de “abusos emocionais”, sob a forma de delito de linguagem, falta de profissionalismo das colaboradoras e degradação das condições oferecidas contratualmente consoante as reações dos utentes.

Pela gravidade do relato, este blogue reproduz, na íntegra, as denúncias feitas publicamente, em tempos recentes, por Rosa Enes, e publica entrevista com a diretora do Centro Social e Paroquial de Soajo, instituição que, entre auxiliares de serviço geral, ajudantes de ação direta e técnico de contabilidade, dá trabalho a dez pessoas.

Exposição de Rosa Enes no Facebook

“Há muitas formas de abuso, e o abuso emocional faz tão mal como o físico, simplesmente não deixa marcas visíveis! 

Há algumas funcionarias no Centro Social e Paroquial do Soajo que andam a maltratar os utentes com as palavras que usam para com eles/as. Esta semana [semana passada] uma das funcionárias, quando a utente lhe pediu para ter cuidado ao fazer a limpeza, para que não fizesse mais danos em casa, respondeu da seguinte maneira:

Raios parta a mulher, ainda você morra a roer as unhas com a fome!’, disse. 

Isto não é profissionalismo! É assim que as funcionárias do Centro Social tratam os nossos idosos e doentes? Este não é o primeiro incidente, no entanto, ninguém com poder faz nada para que este tipo de tratamento pare! E assim elas continuam a fazer o que querem e quando querem. Nos últimos anos, tenho visto mudanças no Centro e não para são para melhor… infelizmente! 

Apelo à direção para que os nossos idosos possam passar mais algum tempo na casa deles com respeito e dignidade”.

[…]

“Já devia ser há mais tempo, mas tenho tentado estar calada porque a [minha] mãe está só e depois ela é que paga ainda mais. A diretora disse-me de cara no escritório dela (ainda bem que o Luís estava comigo e também ouviu), e já tinha dito à mãe anteriormente, que, se ela continuasse a dizer o tratamento que estava a receber em casa, a mensalidade dela iria aumentar e outros benefícios iriam desaparecer. E aconteceu! Quando necessita de ir ao multibanco tem de pagar a quem a leve ao Eiró para o fazer, o mesmo [acontece] quando quer ir à cabeleireira, se a Lena não pode vir buscar e levar (a Lena faz isto sem pagamento)… […] Tudo isto e mais eram benefícios que ela tinha, mas, como lhe querem calar a boca, a pouco e pouco vão tirando mais e mais. A mãe, porque tem pouca mobilidade, necessita de auxílio, no entanto, não os tem. É uma pessoa doente e não se pode enervar, momentos destes deixam-na muito enervada e sujeita a um AVC, além dos diabetes muito elevados. Ela só diz aquilo que lhe fazem, seja bem ou mal. Quando lhe fazem bem, também o diz! Mas tudo tem um limite e não podemos varrer o lixo para debaixo do tapete para sempre…”, conclui Rosa Enes.

***

Soajo em Notícia, com o único propósito de esclarecer os leitores, questionou, sem filtros, a diretora Fernanda Brasileiro, acerca das situações retratadas anteriormente.

Fernanda Brasileiro: “Não digo que não tenha havido, pontualmente, uma troca menos simpática de palavras...”

Existem queixas públicas de maus-tratos emocionais cometidos pelo Centro Social e Paroquial de Soajo. Qual a sua posição sobre os alegados casos de abuso psicológico?

[As queixas] não têm nenhum fundamento, garanto que as colaboradoras do Centro prestam um serviço com muito carinho e qualidade.

Como explica que haja pessoas a dar a cara para expressar publicamente casos concretos de abusos e de degradação das condições do serviço prestado? Diz que as denúncias não correspondem à verdade, mas a imagem da instituição não está fortemente beliscada na comunidade?

São meras invenções, não sei com que propósito, mas terá de perguntar às pessoas. Como em tudo, o feitio das pessoas, também no caso das colaboradoras, não agrada a todos.

Mas admite ou não que possa ter havido, aqui ou acolá, pelo menos algum delito de linguagem?

Não digo que não tenha havido, pontualmente, uma troca menos simpática de palavras... Todos somos humanos e quem é que não erra no exercício do seu trabalho? Mas, insisto, o Centro faz um trabalho com brio, profissionalismo e humanismo. E, que fique claro, ninguém é insultado.

Como é que estes assuntos estão a ser tratados internamente?

Todos os dias falamos com as colaboradoras sobre o serviço de apoio domiciliário. Todos nós nos regemos por um conjunto de princípios. Exijo o máximo de respeito pelos utentes.

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A Fábrica da Igreja Paroquial de S. Martinho de Soajo vai proceder a intervenções na igreja da vila, na capela de Paradela e nas instalações de apoio à capela de Vilarinho das Quartas.

No “templo” de Soajo serão restaurados os tetos e o adro, estando previstas, também, obras nas casas de banho da casa paroquial. O total orçado é de cerca de 41 mil euros.

Já em Paradela, por 7800 euros, será feita a renovação da sacristia na capela do referido lugar.

Por fim, os trabalhos a realizar nas casas de banho (e respetiva arrecadação) afetas à capela de Vilarinho das Quartas estão orçados em, sensivelmente, 23 mil euros.

Para ajudar a custear as obras, a Câmara Municipal aprovou, no passado dia 8 de maio, um apoio de 21 500 euros.

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Após um período de paralisação, o Rancho Folclórico das Camponesas da Vila de Soajo, impulsionado por um grupo de soajeiros, reiniciou, recentemente, a sua atividade.

Os ensaios, que arrancaram no início de março passado, têm contado, por regra, com bastantes elementos infantis e juvenis, sintoma de que as novas gerações querem aprender as tradições e os costumes da Terra no sentido de preservarem a cultura etnográfica de Soajo, que é a verdadeira essência do povo.

Volvidos dois meses sobre a refundação do Rancho, as atenções continuam viradas para o acerto dos passos de dança, o afinamento de vozes e a arte de tocar concertina. Com trabalho e paciência, os passos hão de ficar sincronizados, as vozes afinadas e a concertina há de “falar”...

Os ensaios decorrem na Casa do Povo uma vez por semana. O próximo realizar-se-á sábado, 13 de maio, pelas 21.00.

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Está a ser preparada, no âmbito do Plano de Ação para a Reabilitação Urbana, uma proposta de constituição de uma Área de Reabilitação Urbana (ARU) em Soajo, por existirem importantes valores imobiliários nesta vila.

Os grandes objetivos são recuperar as habitações degradadas, dinamizar o edificado e fomentar o turismo.

A ARU vai propiciar inúmeras vantagens para quem decida reabilitar os seus edifícios, beneficiando proprietários e arrendatários. Em causa estão benefícios fiscais (IMI, IMT…), redução das taxas municipais relativas a empreitadas e, eventualmente, incentivos ao arrendamento.

Imagem do Google Earth com o Largo do Eiró ao centro

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Sob proposta do grupo municipal do PSD, subscrita pelos restantes partidos com assento na Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez (PS, CDS e CDU), foi aprovado, por unanimidade, um voto de pesar pelo falecimento do soajeiro António Fernandes Enes, em memória do qual foi guardado um minuto de silêncio.

O finado foi antigo presidente da Junta de Soajo e, entre outros cargos, dirigiu os destinos da Casa do Povo e da Comissão de Regantes.

“[…] António Fernandes Enes, um dos referenciais autárquicos do concelho, foi sempre cumpridor das suas obrigações e um defensor dos interesses e necessidades da freguesia de Soajo”, elogiou Manuel Barreira da Costa, que se despediu do conterrâneo com um sentido “os amigos não morrem”.

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