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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.



Quarta-feira, 29.11.17

Programa Cantoneiros beneficia Soajo

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Foi aprovada, pela Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, em reunião ocorrida no passado dia 24 de novembro, a minuta do contrato de apoio financeiro e de delegação de competências ao abrigo do Programa Cantoneiros, com vista à limpeza da rede viária e espaços públicos municipais, a celebrar com a Junta de Freguesia de Soajo. A proposta será discutida e votada pela Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez esta quinta-feira, 30 de novembro.

Cumprido este formalismo legal (que se aplicará a outras 14 freguesias), os serviços de limpeza da Junta de Soajo serão apetrechados com um ou dois colaborador(es), assumindo o Município arcuense o encargo correspondente a 20% do valor da bolsa mensal a pagar à(s) pessoa(s) contratada(s), ficando os restantes 80% por conta do IEFP.

Além de ir assegurar a limpeza de vias/espaços públicos, com repercussão positiva no asseio da freguesia, este instrumento permite dar trabalho a pessoas desempregadas. 

Desde 2014 que o Programa Cantoneiros é promovido pela Câmara Municipal de Arcos de Valdevez em parceria com o IEFP.

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Fotos: Internet e ICNF 

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por Soajo em Notícia às 18:16

Terça-feira, 28.11.17

Depois dos incêndios de agosto de 2016… quase tudo está por fazer na área ardida

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O incêndio que teve origem no dia 8 de agosto de 2016, pelas 2.11 (ato doloso com toda a certeza), na freguesia de Cabana Maior, tendo-se propagado às freguesias de Soajo, Vale, S. Jorge/Ermelo e Cabreiro, e unido ao incêndio de Gondoriz, o qual só foi extinto no dia 16 de agosto, teve ampla repercussão nos meios de comunicação social e nos dias seguintes uma equipa governamental (primeiro-ministro incluído) esteve de visita à Porta do Mezio para anunciar um conjunto de medidas urgentes, como o restauro das matas do Mezio e do Ramiscal, cujas operações, porém, ainda não começaram.

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Por outro lado, o Relatório de Estabilização de Emergência, editado em setembro de 2016 pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (que fez uma revisão ao documento em outubro do mesmo ano), apresentava, de igual modo, uma série de medidas para recuperação das infraestruturas afetadas; controlo da erosão, tratamento e proteção das encostas; prevenção da contaminação, assoreamento e recuperação de linhas de água; e reposição da biodiversidade.

Mas, volvidos mais de 15 meses, pelo menos em Soajo, excluindo algumas (poucas) ações de reflorestação, por iniciativa dos Baldios locais, e o corte/remoção do material lenhoso (em curso ainda), quase tudo está por fazer. Até a remoção das árvores ardidas tem sido feita a conta-gotas, facto que pode estar a potenciar o aparecimento de agentes colonizadores (insetos).

No que à recuperação da biodiversidade diz respeito, o Relatório de Estabilização de Emergência sinalizava a “instalação, através de sementeira ou plantação, de espécies da flora autóctones” e o “controlo de espécies invasoras” como medidas prioritárias a adotar para repor os valores ecológicos afetados. Só que, na prática, não é isso que está a acontecer. O objetivo de arborizar largas dezenas de hectares da serra de Soajo com carvalhos, sobreiros, azevinhos e bétulas quase não saiu do papel ainda, enquanto os eucaliptos rebentam em todo o lado e a sua erradicação parece trabalho bastante para uma equipa de sapadores por longo tempo…

Para as freguesias da área do Parque Nacional que foram atingidas pelo referido incêndio no estio de 2016, a ficha de identificação de necessidades de intervenções de estabilização de emergência após o incêndio (ficha que está inclusa no Relatório de Estabilização de Emergência) estimava a instalação de floresta autóctone numa área de 300 hectares, mediante um orçamento de 585 mil euros (1950 euros por hectare), e o controlo de espécies invasoras numa extensão de 12 hectares, no valor total de 6600 euros (550 euros o hectare), como respostas à perda de biodiversidade. Desconhece-se ao certo a área intervencionada, mas a realidade diverge dos objetivos delineados no Relatório.

Além disso, segundo apurou o blogue Soajo em Notícia, são "muitos os constrangimentos impostos aos conselhos diretivos" dos Baldios, que, desde logo, não beneficiam de apoios para "custear as vedações" tão necessárias em torno das reflorestações, tendo em conta o intenso pastoreio existente na área a intervir.

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por Soajo em Notícia às 17:52

Segunda-feira, 27.11.17

Relatos de água a entrar no autocarro que faz a carreira Soajo-Arcos de Valdevez

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Não é inédito, muito longe disso, mas há novos relatos de que o autocarro que faz a carreira entre Soajo e Arcos de Valdevez (e vice-versa) deixa entrar água pela cobertura na parte de trás do veículo. A informação foi confirmada ao blogue Soajo em Notícia por encarregados de educação/pais com educandos no Agrupamento de Escolas de Valdevez.

O alerta vem no seguimento dos dias de chuva da semana passada em que os passageiros, principalmente alunos, tiveram de conviver com a água da chuva sacudida para o interior do autocarro. Além da chuva, também o frio entra pelas frinchas da cobertura e a situação agravar-se-á nos dias invernosos que ainda não chegaram…

Esta situação agora denunciada, é bom repetir, não soa a novidade para os utentes/passageiros de Soajo. Prova disso é que a foto usada para ilustrar esta notícia remonta a 15 de fevereiro de 2011 e nela veem-se alunos da carreira Soajo-Arcos de Valdevez munidos de guarda-chuva para se abrigarem da chuva...

Esperemos que sejam criadas condições para que o serviço seja prestado com a dignidade que os passageiros de Soajo reclamam legitimamente há muitos anos…

Foto de arquivo (R.P.)

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por Soajo em Notícia às 18:13

Quarta-feira, 22.11.17

Carregar bolotas na mochila para disseminar floresta autóctone

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É, possivelmente, mais uma daquelas ações para fazer número de propaganda que os governantes e dirigentes associativos, de todos os quadrantes, adoram fazer...

No caso em concreto, quem quiser pode participar e sensibilizar outros voluntários (locais e visitantes/turistas) com vista ao objetivo de regenerar a área florestal que foi consumida pelas chamas no verão de 2016. A iniciativa “Florestar Voluntário”, que emparceira a Associação Nacional de Conservação da Natureza (Quercus) e o Município de Arcos de Valdevez, é dedicada aos agentes locais e aos… turistas.

Como este blogue já noticiou, traduzindo uma preocupação reiterada em tempos recentes, a estratégia passa por fazer plantações de espécies autóctones (folhosas), nomeadamente carvalho-alvarinho e carvalho-negral, que são muito menos inflamáveis do que as resinosas.

Na essência, pretende-se que residentes e turistas, nas suas atividades de lazer na natureza, transportem na mochila bolotas para plantar em vários pontos do percurso.

“Este é um projeto inovador. Não tenho conhecimento de nenhum igual. É simples, o que demonstra que não é preciso coisas muito complicadas para fazermos projetos novos”, frisou João Branco, presidente da Quercus, na conferência de apresentação do referido projeto, no passado dia 20 de novembro.

Mas estas iniciativas vêm sendo realizadas, mediante autorização do Parque Nacional, no âmbito de roteiros organizados por várias empresas de animação turística.

Foto: Bologta

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por Soajo em Notícia às 18:32

Terça-feira, 21.11.17

Nova oferta turística pelos trilhos da serra de Soajo…

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Trilhos, passeios (pedestres e TT), percursos, rotas… É o léxico que entrou em força no novo tipo de oferta turística, local e sustentável, e que está a ser explorado quer por privados/empresas de animação turística (Soajo Nomadis, NRF, Nature4…) quer pelas associações de desenvolvimento regional (ARDAL-Porta do Mezio). Por regra, os percursos propostos são circulares, atravessam vários pontos de interesse de Soajo e incluem guia.

Passo a passo, os caminheiros descobrem um território encantador, feito de recantos únicos e de histórias surpreendentes que os guias conseguem difundir. Sem a pressão do relógio, cada trilho, à sua maneira, é, para os indígenas, um despertador de memórias e, para os visitantes, um exercício de descoberta da natureza (quase em estado selvagem), do património construído (algum dele em ruína) e dos usos e costumes locais.

As paisagens da serra de Soajo, “coração” do único Parque Nacional (que alguns teimam em despromovê-lo reduzindo-o ao Gerês…), são sempre um tónico para quem gosta de respirar ar puro e de contemplar os montados salpicados de granito, os imensos vales, agora com as cores de outono (menos do que seria de esperar devido aos incêndios…), as construções e as armadilhas que os antigos faziam para apanhar o lobo (fojo), os cortelhos, os miradouros, as corgas, enfim, a rica flora e fauna que aqui mora, a começar pelo gado a vaguear em regime de semiliberdade…

Supletivamente, os passeios pela serra, além de constituírem um ótimo ensejo para degustação da gastronomia local, são autênticas lições de cultura à volta do processo de transumância (inverneiras e brandas) e do “dialeto soajeiro” (com muitas expressões peculiares).

 

Quatro razões para caminhar, segundo a ciência*

  1. Reduz o risco de doenças cardíacas em 9,3%, diz um estudo da Associação Americana do Coração.
  2. Estimula a atividade do pâncreas e do fígado, ajudando a combater o colesterol mau e a diabetes, segundo um estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard.
  3. Liberta endorfina, hormona que cria bem-estar, além de ser um tónico para a memória e para o sistema imunológico, preconiza um estudo da Universidade de Oxford.
  4. Aumenta a absorção de cálcio pelos ossos e combate a osteoporose, defende o Departamento de Saúde dos Estados Unidos.

* Citadas pela revista Visão

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23632158_1732297256803760_909865820680201005_o (1).jpgFotos: Teresa Araújo, Soajo Nomadis, NRF, ARDAL-Porta do Mezio, Portugal à Lupa, Pinterest, Notas do Meu Diário, Eduardo Pimenta e Soajo em Notícia

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por Soajo em Notícia às 18:02

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