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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

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A Assembleia de Freguesia de Soajo reúne-se este sábado, 16 de dezembro (pelas 17.30), em sessão ordinária, a realizar no Centro Social e Paroquial de Soajo (Salão S. José). Trata-se da primeira reunião deste novo mandato após a composição dos órgãos autárquicos.

Da ordem de trabalhos constam os seguintes pontos:

  1. Leitura e votação da ata da Assembleia anterior.
  2. Leitura e votação do Regimento de Assembleia.
  3. Período de antes da ordem do dia.
  4. Informação das finanças da Junta de Freguesia.
  5. Apresentação do Plano de atividades e orçamento.
  6. Limites da freguesia de Soajo.
  7. Período destinado ao público.

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Há cerca de um ano e meio, a soajeira Rosa Silvie Neto, radicada desde 1980 nos Estados Unidos da América, trocou a contabilidade pela cozinha, uma paixão antiga que começou logo na meninice. Criou em Peabody (perto de Boston) o seu próprio negócio, Oh Jolie Catering, onde alimenta a arte de cozinhar com inspiração e imaginação.

Foi notícia no passado verão em conhecida revista – Next on Scenne (Próximo na cena), sediada em Boston – que acompanha as novas tendências em moda, beleza e cozinha. Na restauração justamente, Rosa Neto sobressai por fazer pratos “bonitos e bem apresentados” para todas as ocasiões. Diz que presta atenção aos “pormenores” para confecionar pratos “com arte e sentimento”.

Costeletão grelhado com puré de beterraba (e brócolos salteados) e legumes com amoras e vinagrete de lima são dois dos pratos que Rosa Neto prepara para uma clientela de classe alta maioritariamente. Mas tudo é adaptável ao gosto de quem quer festejar algo ou simplesmente juntar os amigos para uma inauguração com petiscos a condizer.

Para captar a comunidade lusa, planeia acrescentar ao menu pratos, petiscos e doces tipicamente portugueses.

É sobre este projeto que Rosa Neto, de 42 anos, se debruça nesta entrevista que foi gravada em Soajo no passado dia 9 de dezembro.

 ***

Quem é Rosa Neto?

Nasci em Ponte da Barca, mas sou soajeira [filha de Joaquim de Jesus Neto e de Celeste Domingues Neto]. Cedo rumei a França, arredores de Paris. Com menos de cinco anos, mudei-me para os Estados Unidos, região de Boston. Fiz os meus estudos aí.

Profissionalmente, o que é que começou a fazer?

Trabalhei cerca de 15 anos num escritório de contabilidade. Mas em 2016 deixei a área para abraçar a arte de cozinhar e fundar a empresa Oh Jolie Catering.

Como e quando começou a paixão pela cozinha?

Sempre gostei de cozinhar, desde cedo que via minha mãe a cozinhar. Também aprendi muito com o meu pai e o meu irmão. Depois, a curiosidade despertou muitas leituras. Sou uma autodidata por natureza.

Mas mudar de vida, arriscar e sair da zona de conforto é tudo menos fácil… Olhando para trás valeu a pena?

Ter mudado de vida foi a melhor decisão que tomei até hoje… O negócio está a evoluir e o mercado tem vindo a crescer. Os comentários são todos muito positivos. Todos dizem que sou ‘boa cozinheira’, que a comida ‘é saborosa e bem apresentada’, que respondo ‘prontamente às solicitações feitas por email’… Mesmo em férias, respondo.

Que apoios e incentivos é que teve para empreender esta iniciativa?

Primeiro de tudo, fui eu que empreendi, tomei a iniciativa e arrisquei… A empresa tem vindo a crescer depressa, claro que há parceiros e organismos que apoiam estas iniciativas, mas, no essencial, fiz tudo sozinha. Neste sentido sou empreendedora, talvez isso tenha nascido comigo.

Quando comecei, inscrevi-me na Associação Comercial local, que me tem ajudado. O meu noivo também tem sido um esteio fundamental e os meus pais encorajam-me bastante e puxam para a frente.

Quer explicar o nome comercial ‘Oh Jolie Catering’?

É uma mistura de expressões do francês e do inglês, que, exprimindo espanto, quer dizer “Oh comida bonita”. Adoro fazer pratos bonitos e bem apresentados.

Que ingredientes usa para conseguir esse efeito?

Uso legumes, ervas aromáticas, frutos… Os clientes querem cada vez mais experimentar coisas diferentes.

Que sabores e sensações procuram os seus clientes?

Gostam de comida deliciosa e com boa apresentação. É comida para todas as ocasiões, incluindo bodas, festas, encontros de amigos, datas comemorativas (aniversários, efemérides…), eventos como inaugurações de lojas…

Em que aspetos é que o seu projeto se distingue da concorrência?

Distingue-se pela proximidade, pelos pormenores e por as coisas serem feitas com arte, sentimento e brio. Tudo tem de estar bem feito.

Que pratos são servidos no Oh Jolie Catering?

Principalmente, pratos pequenos… Pode ser costeletão grelhado com puré de beterraba (e brócolos salteados) e legumes com amoras e vinagrete de lima, por exemplo.

Que investimentos é que tem feito para expandir o negócio?

Adquiri, recentemente, um espaço próprio com cozinha para alargar a atividade e servir outras comidas.

Que pratos tenciona adicionar ao menu?

Quero acrescentar ao menu pratos, petiscos e doces a pensar na comunidade portuguesa (e não só), nomeadamente bacalhau à Gomes de Sá, bolinhos de bacalhau, rissóis, rabanadas, arroz doce… Futuramente, vou ter isso tudo no menu.

Qual o seu prato favorito?

Costeletão grelhado com beterraba. Também gosto muito dos pratos com legumes e confecionados com ervas aromáticas.

Para além dos pratos diferenciados que confeciona, que iniciativas distintas é que promove?

Faço venda ambulante em sítios diferentes.

Pensa em transportar esta experiência para Portugal?

Eventualmente, sim, no verão, poderei recriar esta atividade em Soajo, com pratos diferentes, que sejam novidade…

Na era das ferramentas digitais, qual o papel das redes sociais na promoção do seu negócio?

O Facebook e o Instagram têm sido fundamentais para divulgar e encontrar clientes, a grande maioria de classe alta. Muitas pessoas conhecem o meu negócio através das redes sociais, faço publicações em vários grupos do Facebook, incluindo fotos e depoimentos de clientes.

Os concursos televisivos ligados à cozinha estão em expansão. Admite participar um dia na arte de confecionar ao vivo na televisão?

Até hoje, não participei em nenhum concurso televisivo sobre cozinha, mas, quem sabe, talvez no futuro o faça.

De regresso aos Estados Unidos, após curta temporada em Portugal, está à espera de muito trabalho nesta época de festas e de forte consumismo?

Sim, tenho várias realizações na agenda (festa de abertura de uma loja, por exemplo), para além das festas de Natal e da passagem de ano.

Quais os próximos objetivos a atingir?

Quero crescer, evoluir e chegar mais longe, com qualidade, divulgação, humildade e muita vontade de fazer bem.

Pela sua experiência no “Tio Sam”, como é que os norte-americanos olham para os portugueses?

Dizem que os portugueses são bons trabalhadores, esforçados e honestos.

***

Contactos

rosaneto@ohjoliecatering.com

ohjoliecatering.com

978-210-1817

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Casa cheia. O jantar-convívio que o Rancho Folclórico das Camponesas da Vila de Soajo organizou no passado dia 9 de dezembro, no salão da Casa do Povo, reuniu cerca de 120 pessoas.

Este encontro, custeado pelos aderentes, promoveu o espírito de confraternização entre os comensais, proporcionou a degustação de boa comida (arroz de sarrabulho e massa com rojões) e permitiu alguma receita para ajudar a financiar a futura atividade do recém-refundado Rancho Folclórico.

Nos habituais discursos da praxe, o anfitrião Manuel Carvalho, presidente da Casa do Povo, manifestou a intenção de “integrar o Rancho na associação a que preside”, estando o processo a correr os trâmites legais para que esta transição se concretize a curto prazo.

O presidente da Junta de Freguesia de Soajo, Manuel Barreira da Costa, admitiu que a autarquia se debate, atualmente, com “dificuldades financeiras, mas, quando vier a altura e for chamada a contribuir, dirá presente”.

A vereadora municipal do Associativismo, Emília Cerdeira, em representação da edilidade arcuense (igualmente representada por Belmira Reis), felicitou o Rancho pelo “rejuvenescimento” e pelo “reviver” das tradições, destacando a mescla de “experiência” e de “juventude”, que é garantia de “continuidade”.

Após o sorteio das rifas ter bafejado Sandra Barreira, António Joaquim Barreira Gomes e Manuel Fernandes (ganharam dois galos, dois coelhos e dois pombos, respetivamente), seguiu-se um concorrido baile, animado espontaneamente pelos tocadores de concertina.

De destacar o trabalho voluntário das cozinheiras e do pessoal do Rancho que colaborou, com alegria, nesta iniciativa.

 ***

Frases

. “Para quem quiser aderir ao Rancho, as portas estão abertas a toda a gente, jovens e menos jovens”. (Manuel Carvalho, presidente da Casa do Povo de Soajo)

. “Parabéns ao Rancho Folclórico das Camponesas da Vila de Soajo e às cozinheiras pelo excelente trabalho”. (Manuel Barreira da Costa, presidente da Junta de Freguesia de Soajo)

. “Tenho estima e amizade por Soajo, terra que está no meu coração. Da parte da Câmara, será claramente uma vontade nossa ajudar a cultura e o associativismo arcuenses”. (Emília Cerdeira, vereadora da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez)

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A terceira edição do Mercado de Natal realizar-se-á no fim de semana de 16 a 17 de dezembro no Largo do Eiró.

A feira promete juntar doçaria, mel, licores, compotas, bolachas, artesanato, cerâmica, acessórios de moda, roupas infantis, quadros (pinturas), plantas, chás, arranjos ornamentais e outros saberes e sabores tradicionais, aliando à componente comercial um vasto programa de entretenimento.

A oferta de lazer é a seguinte:

. 16 de dezembro – Trilho na serra de Soajo, sob organização da Soajo Nomadis (9.00); teatro pelos alunos da Escola da Eira do Penedo (14.30); concerto com os galegos 'De Cor de Lousa' (21.00).

. 17 de dezembro – Tocata de concertinas (15.00).

De referir que a caminhada custa 10 euros e inclui guia, seguro e lanche, devendo os interessados fazer inscrição prévia.

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Com o aproximar do Natal, o espírito da época reside também na iluminação e decoração dos espaços públicos com elementos e símbolos alusivos à quadra.

A exemplo de anos anteriores, numa iniciativa que emparceira a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, as várias Instituições Particulares de Solidariedade Social, assim como diversas associações e escolas do concelho, a Praça Municipal de Arcos de Valdevez (fronteira aos Paços do Concelho) apresenta-se decorada com árvores de Natal trabalhadas pelos utentes e alunos de cada unidade.

Uma das árvores expostas resultou do trabalho dos meninos do jardim-de-infância e dos alunos da Escola Primária Eira do Penedo, com a preciosa colaboração de professores e encarregados de educação.

O produto final, com um (meio) tronco e material lenhoso queimados e a flora viçosa a crescer na outra metade do tronco saudável retrata na perfeição o contraste que caracteriza o ecossistema no “coração” do Parque Nacional, com manchas carbonizadas e áreas verdejantes.

Fora os chavões habituais, sempre à volta da sensibilização da comunidade, a iniciativa revela a preocupação dos alunos em relação à dura realidade que tem destruído uma das maiores riquezas do território: a floresta.

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O Rancho Folclórico das Camponesas da Vila de Soajo promove, este sábado, 9 de dezembro (pelas 19.30), um jantar-convívio no salão da Casa do Povo.

Aos aderentes (adultos pagam 10 euros), será servido arroz de sarrabulho e massa com rojões, acompanhados de vinho, sumos e sobremesas.

A animação fica a cargo dos tocadores de concertina.

As crianças até 10 anos têm entrada grátis.

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Na Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez, ocorrida no passado dia 30 de novembro, a uma interpelação do deputado Álvaro Amorim (CDS), acerca das "árvores protegidas que foram alegamente cortadas no âmbito da obra do futuro Parque Biológico do Mezio", o presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, apesar de lacónico e de não prestar grandes esclarecimentos, acabou por confirmar a notícia que este blogue avançara em tempos recentes.

“Há razões que estiveram ligadas a este corte, que, na sua esmagadora maioria, não teve que ver com o Parque Biológico”, disse João Manuel Esteves.

“Nesta fase de implementação, e a partir de agora, não irá proceder-se a [mais] nenhum corte”, garantiu o presidente da edilidade.

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