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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.



Terça-feira, 30.01.18

Estradas perigosas sem guardas de segurança e sem marcas rodoviárias no pavimento

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Existem vários pontos críticos nas estradas de Soajo que carecem de intervenção urgente, mesmo depois de o Município arcuense ter iniciado, no mandato anterior, um programa de investimento para melhoramento da rede viária a pensar na segurança dos condutores.

A falta de guardas metálicas de proteção em estradas de montanha e o pavimento sem marcas rodoviárias (linhas de delimitação de faixa) são algumas das lacunas identificadas em estradas de grande tráfego, como é o caso da Estrada Municipal 530.

A Estrada de Baixo que liga a grande albufeira de Soajo/Lindoso à Várzea, apesar das promessas feitas, continua sem rails de proteção a barrar a estreita faixa de circulação do valado que desemboca nas águas do Lima.

Mas por Soajo são várias as travessias desprovidas de estruturas de proteção metálica e de marcas no asfalto para orientar os condutores, principalmente quando estes troços são afetados, no inverno sobretudo, por densas neblinas noturnas, e onde, na maioria dos casos, as ravinas estão à distância de um descuido de condução.

Apesar da escassez de recursos financeiros para corrigir situações anómalas em infraestruturas viárias, todos esperam que não haja uma reedição do “Couto da morte” (Tibo, Gavieira), onde só depois de vários casos de despenhamento no local é que foram, por fim, instaladas guardas de segurança.

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Fotos: Soajo em Notícia e Google (imagens por satélite)

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por Soajo em Notícia às 18:04

Segunda-feira, 29.01.18

Mulheres de Soajo recriam fiadeiro no Teatro Nacional D. Maria II

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O Salão Nobre do Teatro Nacional D. Maria II acolhe, no próximo dia 17 de março (16.00), uma recriação do fiadeiro/fiadouro pelas mulheres de Soajo. Trata-se de uma iniciativa que emparceira o projeto “A música portuguesa a gostar dela própria”, do conhecido documentarista e realizador, Tiago Pereira, também curador do espetáculo.

Na página oficial do Teatro Nacional D. Maria II, é assim feita a descrição desta tradição soajeira. “Os fiadeiros, à semelhança de outros trabalhos como as debulhadas das espigas, eram feitos nas casas, à noite. Serviam para juntar as mulheres, amigas e familiares à volta do trabalho da lã, entre conversas e confidências femininas. Quando se aproximava a hora de terminar, os homens apareciam e ficavam à porta da casa onde se realizava o fiadeiro. Acompanhados por uma concertina, cantavam para as mulheres, a pedir para entrar. E só depois de obterem resposta delas é que entravam. Depois disso, dançavam e cantavam. O tom dos cantares do fiadeiro é mais baixo. Enquanto se fiava, muitas carpeavam a lã e outras faziam meias [com quatro agulhas] ou outras peças”, lê-se na sinopse.

É justo referir que, para não deixar cair no esquecimento e fazer perdurar saberes ancestrais, algumas associações de Soajo têm organizado, em anos recentes, saraus com o objetivo de recriar o fiadeiro tal como este se fazia há décadas, reunindo dezenas de fiadeiras, entretidas no trabalho de esguedelhar, carpear e fiar a lã, ao som dos cantares tradicionais e das concertinas. 

Depois de carpeada (a lã), uma das mãos segura a lã desfiada e a outra movimenta-a para determinar a respetiva espessura. Neste meticuloso "ofício", as mãos desempenham, quer no processo de fiação manual (o mais usual) quer no de fiação com roca e fuso (mais “tecnológico”), um papel crucial de início ao fim.

O resto é executado pelo saber “mecanizado” das traquejadas fiadeiras, como se verá no dia 17 de março, no prestigiado Teatro Nacional D. Maria II, onde dezena e meia de soajeiros (entre fiadeiras e tocador(es) de concertina) vai difundir o nome da Terra por este grande palco de cultura nacional.

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IMG_7101Fotos: Soajo em Notícia

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por Soajo em Notícia às 17:26

Sexta-feira, 26.01.18

GNR alertou população de Soajo contra falsos operadores da EDP

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) promoveu, esta sexta-feira, 26 de janeiro, uma ação de consciencialização na vila de Soajo, tendo como fim alertar, sobretudo, a população sénior para a prevenção de burlas relativas à cobrança ilegal de serviços prestados alegadamente pela EDP. A iniciativa, que emparceira esta empresa, deverá findar nos primeiros dias de fevereiro.

A campanha nacional em curso resulta do facto de, segundo dados oficiais, haver em Portugal dezenas de pessoas burladas por ano nas respetivas residências por falsos colaboradores de rede de distribuição da EDP, sendo por isso imperioso reforçar os mecanismos de informação e sensibilização das populações mais vulneráveis.

Para além de alertar o público-alvo para a necessidade de maior cautela nas abordagens feitas por estranhos em casa, a GNR insistiu na mensagem de que “não há cobranças da EDP feitas porta a porta (nem de luz nem de gás), apenas leitura de contadores”, conforme disse ao blogue Soajo em Notícia o tenente Diogo Oliveira, da GNR de Viana do Castelo (Destacamento Territorial de Arcos de Valdevez).

Na ação ocorrida em Soajo, os militares sublinharam, também, que a “missão da GNR é desenvolver um grande trabalho de proximidade, fazendo com que a população se sinta segura e, ao mesmo tempo, vigilante”, para que ninguém se deixe enganar por (falsos) colaboradores da EDP.

A “aula” que foi lecionada pelos militares da GNR na Escola Básica da Eira do Penedo, tendo como destinatários o público sénior e os alunos do primeiro ciclo e da pré-primária, aliou um conjunto informal de recomendações (de cariz prático) a uma alegre interação da assistência, que devolveu umas “modinhas” soajeiras, cantadas a plenos pulmões (e com muito sentimento) por algumas mulheres.

Esta ação para os idosos não caírem no “conto do vigário” teve a participação do Destacamento Territorial de Arcos de Valdevez, que, através de vários militares da Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário, procedeu à entrega de calendários, cuja visibilidade no interior das habitações facilita, em situações de emergência, o acesso aos contactos (do Destacamento e da referida Secção) mencionados no rodapé do próprio calendário.

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por Soajo em Notícia às 19:45

Quinta-feira, 25.01.18

Novidades relativas à pesca lúdica

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O custo da licença de pesca regional norte aumentou quatro vezes, tendo passado de 2,99 euros para 12 euros, de acordo com a Portaria n.º 385-A/2017, de 28 de dezembro. Como dantes, esta licença é obtida nas caixas multibanco.

Nas áreas concessionadas do rio Lima, para além desta autorização, é preciso adquirir a licença especial diária de pesca lúdica para os respetivos troços loteados. O documento, que até agora só poderia ser obtido no Complexo das Piscinas Municipais (em Giela, Arcos de Valdevez), também passará a ser emitido na Porta do Mezio (Soajo).

Desmentindo informações postas a circular, “até agora não foi rececionada nenhuma indicação no sentido de se proibir a pesca lúdica na margem direita do rio Lima a jusante da barragem de S. Jorge/Touvedo”, segundo disse o vereador Olegário Gonçalves ao blogue Soajo em Notícia.

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por Soajo em Notícia às 18:19

Quarta-feira, 24.01.18

“Orientações superiores” limitam declarações aos compartes para usufruto de lenha

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“Enquanto não for feita a recolha pelos madeireiros das árvores [folhosas, sobretudo] de grande porte que estão vendidas”, ao abrigo do regime de cogestão em vigor, “o Conselho Diretivo dos Baldios de Soajo não vai passar declarações aos compartes para que, na área adstrita aos respetivos abates pelo menos, ninguém leve para casa a lenha que já está negociada com os industriais de madeira”, segundo disse ao blogue Soajo em Notícia a presidente da associação de Soajo.

Para Cristina Martinho, “são estas as orientações superiores que existem. Não quero acusar ninguém, muito menos o justo pelo pecador, contudo, não podemos continuar a lesar a referida associação e o ICNF, pelo que temos de ser escrupulosos”, explica a responsável, sem clarificar a origem dos alegados comportamentos ilícitos no passado recente.

“O objetivo é disciplinar e evitar abusos, mas isto não invalida que os compartes levem o restolho [ramos e troncos] de pinheiros não aproveitados, por exemplo”, conclui Cristina Martinho.

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por Soajo em Notícia às 18:21

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