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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

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Esta terça-feira, 15 de maio, ao quarto dia de competição, o Peneda-Gerês Trail Aventure (PGTA) teve o fabuloso enquadramento da serra de Soajo como desafio à resistência dos atletas que partiram das imediações do afamado santuário da Peneda. O arcuense Ruben Veloso, com cerca de vinte minutos de avanço, foi o primeiro a cortar a meta na prova PGTA Starter (percurso mais curto de 19 km), que terminou no Largo do Eiró, onde estava posicionado um posto de abastecimento (líquidos e sólidos).

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Os cerca de duzentos atletas que participaram nas etapas (Starter e Advanced, esta de 30 km e com a meta em Lindoso), de várias nacionalidades (mais de trinta), experimentaram um percurso muito acidentado, desnivelado (subidas e descidas constantes) técnico e duro. Na prova mais curta, Ruben Veloso confirmou não ter rival à altura, somando a quarta vitória nas quatro corridas que disputou desde sábado. Nesta etapa que findou no emblemático Largo do Eiró, o arcuense José Fernandes fechou o pódio, que teve um holandês no segundo lugar.

O esforço descomunal que os atletas fazem, etapa após etapa, é um exercício de superação e, mais do que isso, uma escola de vida para o comum dos mortais. É impossível ficar indiferente a uma maneira de estar que é uma lição para todos: em plena corrida, muitos destes heróis ainda encontram forças para agradecerem com acenos um aplauso e um flash, pronunciando a palavra “obrigado” na língua universal ou na dos países de origem. E alguns até comentam o perfil da prova, como fez um atleta “atrasado” a constatar o traçado “muito técnico” da etapa…

Uma nota de realce para o bem “decorado” Largo do Eiró, que, livre de carros em todo o corredor de passagem dos atletas, se apresentou embelezado, com as colchas a enfeitarem as janelas e varandas dos edifícios, como bem documentam as fotos, que mais parecem bilhetes-postais da Terra.

Supletivamente, também sob iniciativa da Junta de Freguesia, os produtores locais organizaram uma banca onde expuseram os sabores e saberes típicos de Soajo, aproveitando da melhor maneira a cobertura mediática desta grande realização da empresa Carlos Sá Nature Events.

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A Associação Cultural e Desportiva dos Amigos de Vilarinho das Quartas promoveu, no passado domingo, 13 de maio, uma cavada à moda antiga. Em ambiente de alegre confraternização, participaram na recriação dezenas de pessoas de várias gerações. A mensagem que Manuel Coelho dirigiu ao público jovem presente – “Vejam como é que se trabalha(va)!” – serviu de mote para uma tarde bem passada.

Por volta das 15.40, nos preparativos da cavada, carregou-se o estrume (à cabeça) e um grupo de cantadeiras entoou cantigas da lavoura, junto à capela, de onde saiu o “cortejo” rumo ao campo dos incansáveis Palmira e Manuel Coelho. Após um compasso de espera, deu-se início ao animado trabalho, com um grupo de mulheres a empunhar as enxadas, ao qual se juntou, voluntariamente, Alberto Lage (os homens não participavam nas cavadas, mas nesta ocasião ninguém levou a mal que se “furasse” a tradição). E a missão foi bem espinhosa para todas (todos), dada a extrema dureza do terreno, mas que dizer da valentia da nonagenária Ti Ana Domingues Gomes, que é um autêntico “poço” de saber (e de energia)?

No “alinhamento” desta jornada de amanho da terra, que terminou com a sementeira do feijão catarino, incluiu-se, conforme os costumes ancestrais, o farnel (bacalhau frito, broa e a “pinga” servida em malga) e os tradicionais temas associados às cavadas.

Entretanto, pela tarde fora, a animação esteve a cargo dos tocadores de concertina, ao som das quais cantaram e dançaram, num bonito rodopio, dezenas de pessoas, de várias idades.

No “remate” da festa, para “aconchego” do estômago, foi servido o arroz do Maio.  

De parabéns está a Associação de Vilarinho das Quartas, que, sem interregnos, tem sido muito bem-sucedida na dinamização de diversos trabalhos agrícolas à moda antiga, recriando, preservando e fazendo-os perdurar pelas gerações mais novas.

 

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Soajo recebe, esta terça-feira, 15 de maio, o Peneda-Gerês Trail Aventure (PGTA), que é uma grande realização de trail running repartida por sete etapas (sete dias), com provas e distâncias diferentes para atletas que fazem da superação um desafio constante aos limites do corpo.

Segundo nota publicada na sua página oficial, a Junta de Freguesia de Soajo “disponibilizará um espaço no Largo do Eiró para venda e divulgação de produtos locais e artesanais, em cooperação com todos os interessados”.

A autarquia pede “a compreensão de todos” pelo facto de, nesse dia, a circulação de veículos, no Largo do Eiró, ficar “limitada a moradores”. Complementarmente, o estacionamento será suprimido “em toda a zona envolvente do Pelourinho até ao Posto de Turismo”.

De referir que a terceira etapa desta edição do PGTA, que arrancou no dia 13 de maio, tem Soajo como um dos pontos da longa travessia pelo único Parque Nacional. O esforço titânico dos concorrentes pode ser aplaudido à passagem dos atletas na vila de Soajo a partir das 10.00, havendo previsões de bom tempo.

O trail running é uma corrida feita em percursos diversificados, incluindo trilhos técnicos, alguns deles só acessíveis a pé. Decorre muitas vezes em zonas escarpadas, com subidas e descidas, em piso muito acidentado e duro.

À parte o PGTA, realiza-se, esta mesma terça-feira, 15, uma nova Assembleia de Compartes dos Baldios de Soajo. A reunião realizar-se-á no Centro Social e Paroquial de Soajo, pelas 10.30, e terá como ponto único de discussão a vedação do projeto relacionado com o restauro da Mata do Mezio.

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A Associação Cultural e Desportiva dos Amigos de Vilarinho das Quartas (Soajo) organiza, no próximo domingo, 13 de maio (pelas 15.00), mais uma cavada à moda antiga.

Pela tarde fora, a animação estará a cargo dos tocadores de concertina, grande motivo para que os cantares (e as danças) à volta dos trabalhos da Terra se façam ecoar no lugar onde as tradições estão para perdurar. 

Para fim de festa, serão degustados os tradicionais petiscos servidos nos afazeres da lavoura: bacalhau frito e arroz de Maio, regados com o bom vinho do lugar.

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O Rancho Folclórico das Camponesas da Casa do Povo da Vila de Soajo, fundado em 1978, organizou, no soalheiro 5 de maio, uma cavada e lavrada à moda antiga. Ao todo, entre lavradeiras, cantadeiras e tocadores, participaram algumas dezenas de pessoas. Preservar os trabalhos da lavoura, como a cavada, vulgar há décadas mas cuja tradição se tem vindo a perder com o tempo, foi o grande objetivo da atividade, que “entreteve” a comunidade local.

Pela manhã, o animado grupo convergiu para o campo na zona de Crasto, com os bovinos a carregarem no carreto a palha que lhes iria servir de alimento, enquanto as mulheres transportavam à cabeça as cestas de vime com o diversificado farnel, como bem documentam as fotos que António Neto, gentilmente, cedeu ao blogue.

Depois, deu-se início ao manejo das enxadas, ao mesmo tempo que um grupo de cantadeiras, ao som das concertinas, se fazia ouvir entoando temas do campo. Feito o trabalho, com a ajuda dos homens nas operações do amanho do gado, serviu-se o recheado almoço, com sardinhas, bacalhau e broa. O dia festivo terminou, à noite, no salão da Casa do Povo, onde o grupo degustou arroz de Maio.

Desde a sua refundação que o Rancho Folclórico das Camponesas da Casa do Povo da Vila de Soajo aparece empenhado em “recuperar” os trabalhos agrícolas do antigamente, fazendo-os perdurar pelas gerações vindouras. A participação da juventude, numa graciosa mistura de gerações, deixa perceber que a transmissão de usos e costume se fará naturalmente.

Entretanto, a Associação de Vilarinho das Quartas promove idêntica recriação no próximo domingo, 13 de maio.

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_MG_0282Fotos: António Neto

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Nos festejos do 63.º aniversário da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez em Lisboa, o presidente da Junta de Freguesia de Soajo, Manuel Barreira da Costa, foi agraciado com o prestigiado Prémio Mário de Barros Pinto, no passado dia 6 de maio. Os restantes elementos do executivo de Soajo, Sandra Barreira e Fernando Gomes, também marcaram presença na cerimónia, que contou com uma forte delegação soajeira.

O prémio Mário de Barros Pinto foi instituído em 1997 para distinguir personalidades arcuenses que se tenham evidenciado em áreas como a economia, a cultura, o desporto ou o mundo associativo. As distinções ano a ano são deliberadas pela Assembleia Geral da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez em Lisboa, sempre sob proposta da Direção da Casa do Concelho, que é presidida por Joaquim Cerqueira Brito.

Para a Casa do Concelho, esta distinção significa o “reconhecimento de todo o trabalho desenvolvido por Manuel Barreira da Costa como autarca de Arcos de Valdevez e de Soajo em particular”, sendo, na circunstância, o primeiro presidente de Junta a receber tal galardão.

Em declarações ao blogue Soajo em Notícia, o autarca soajeiro não escondeu a estupefacção pela atribuição do Prémio. “Foi uma surpresa agradável, não estava à espera, até porque fui o primeiro presidente da Junta a merecer esta distinção… Dedico-a a todas as pessoas que trabalharam comigo e aos soajeiros de fora e de dentro, pois sou o presidente de todos os soajeiros”, diz Manuel Barreira da Costa.

Desde 1989 que o autarca agora agraciado está nas lides políticas. “Em 28 anos, é claro que nem tudo foi bom, mas fiz sempre o que melhor que pude e soube. Fizeram-se estradas e caminhos, construíram-se infraestruturas de saneamento, expandiu-se a rede de eletricidade, instalaram-se equipamentos para recolha de lixo… Futuro? Devido à situação atual [orçamento reduzido], o objetivo é manter a freguesia limpa, acolher bem os turistas e fazer o melhor possível”, compromete-se Manuel Barreira da Costa.

De referir que Soajo foi a primeira freguesia a receber a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez nas visitas ao município arcuense iniciadas há mais de vinte anos.

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31949196_2021716311172373_265739281690001408_nFotos. Casa do Concelho de Arcos de Valdevez em Lisboa

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Fundado há quarenta anos, o Rancho Folclórico das Camponesas da Casa do Povo da Vila de Soajo assinala, este sábado, 5 de maio, a efeméride com um programa de atividades.

A jornada começa, pelas 9.30, com uma cavada tradicional, acompanhada de danças e cantares, ao som das concertinas. Pelo meio-dia, será servido o almoço (sardinhada, bacalhau e broa) ao grupo da cavada.

O dia festivo termina na Casa do Povo com um jantar-convívio à mesa (arroz de Maio).

Uma nota final, em nome do rigor: os interregnos que, desde 1978, paralisaram, volta e meia, a atividade do Rancho Folclórico das Camponesas de Soajo fazem com que esta associação não totalize quarenta anos de existência.

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Os lugares de Vilarinho das Quartas e Vilar de Suente constituíram, recentemente, comissões de melhoramentos, que, na prática, são grupos de trabalho que funcionarão como porta-vozes das necessidades identificadas localmente pelos respetivos residentes.

Segundo os ofícios remetidos para os órgãos autárquicos da freguesia, e dos quais a secretária da Assembleia de Freguesia, Luísa Gomes, deu conhecimento, no passado dia 20 de abril, a comissão de melhoramentos de Vilar de Suente é composta por João Manuel Pires Tibeiro, Manuel Trota dos Santos e Virgílio Alexandre Esteves Barreira.

Por seu turno, a comissão de melhoramentos de Vilarinho das Quartas é formada por António Rodrigues Carvalho, Diamantino Brasileiro Pedro e Fernando Bento Lopes Gomes.

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Foram vários os temas que os eleitos de Soajo levaram à Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez ocorrida no passado dia 27 de abril.

Dos assuntos suscitados no parlatório, destaque para quatro deles, a seguir apresentados esquematicamente: voto de louvor às cantadeiras, descargas da barragem, escultura comemorativa dos 500 anos do Foral de Soajo e nomenclatura do Parque Nacional.

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Voto de louvor às cantadeiras de Soajo

Sob proposta da CDU, e à qual se associaram os grupos municipais de PS e CDS, a Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez aprovou, por unanimidade, um voto de louvor “ao grupo de mulheres de Soajo que, no dia 17 de março, encheu o salão nobre do Teatro Nacional D. Maria II, com a alma e a voz soajeiras, no espetáculo denominado Mulheres Fiadeiro/Fiadouro”, exultou a deputada Sandra Barreira.

“As mulheres de Soajo […] enalteceram o nome da freguesia e o concelho de Arcos de Valdevez, […] e levaram o nosso sentir e a nossa tradição ao coração de Lisboa”, lê-se no documento, onde é destacada a “importância do evento” e a “feliz coincidência de o mesmo acontecer em 2018, em que se celebra o Ano Europeu do Património Cultural”.

Como foi lembrado pelo grupo proponente, o concerto decorreu no contexto do ciclo “Portugal em vias de extinção” e resultou de uma parceria com “A música portuguesa a gostar dela própria”.

 

Recomendação para obviar ao perigo das descargas das barragens

Pela deputada Sandra Barreira, foi apresentada à Câmara uma recomendação a respeito das descargas das barragens (Soajo/Lindoso e S. Jorge/Touvedo), que continuam a ser feitas sem qualquer aviso prévio.

“A problemática das descargas […] já veio algumas vezes a esta Assembleia [Manuel Barreira da Costa fez idêntica intervenção no mandato anterior], contudo, não surtiu qualquer efeito. Insistimos e recomendamos: a Câmara que exerça alguma pressão junto da EDP para que esta ative os avisos ou alarmes prevenindo acidentes e situações de perigo. Até agora, três acidentes resultaram em morte”, lamentou Sandra Barreira.

O presidente da Câmara, à luz de uma prerrogativa que lhe assiste, não prestou esclarecimentos.

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Escultura evocativa do Foral de Soajo

A ainda adiada escultura comemorativa dos 500 anos do Foral de Soajo voltou à baila.

Na interpelação feita na tribuna, o deputado Jorge Lage não poupou nas palavras para mostrar o seu desagrado pelo prolongado impasse. “Há dois ou três anos que vocês andam a brincar com esta questão e, nós, claro, não somos anjinhos nem ingénuos”, disse o deputado do PS.

Na resposta, o presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez anunciou uma (nova) data para a colocação do monumento no sítio a ele destinado.

“Vou fazer todo o esforço para que até ao verão a escultura esteja colocada [no largo fronteiro ao Restaurante Videira]”, comprometeu-se João Manuel Esteves.

 

Nomenclatura do Parque Nacional

Por fim, a propósito da denominação do Parque Nacional, Jorge Lage pretende que o executivo camarário “acabe com as afrontas a Soajo” e “trate Soajo com dignidade”.

“A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez tem uma palavra a dizer em relação ao nome do Parque, se não tem é porque vocês não se interessam”, concluiu o deputado eleito nas listas do PS.

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