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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Com acentuado atraso face ao plano original, foi recentemente concluída a construção da estrutura amovível para prestar apoio durante o estio aos banhistas do Poço das Mantas, mas as autoridades levantaram um novo auto de notícia por manifesta e comprovada ilicitude.

Segundo admitiu ao blogue Soajo em Notícia o presidente do Clube de Caça e Pesca, António Cerqueira, “falta uma licença para ocupação do espaço público”, algo que a “Câmara disponibilizará mediante uma declaração em que a Junta de Freguesia de Soajo ateste ter dado autorização ao Clube de Caça e Pesca para exploração da barraca” destinada a venda de bebidas, gelados e sandes.

Mas o imbróglio não é de agora e até já vem de trás, basta recordar a “trapalhada” que foi a tramitação administrativa relativa à concessão (da barraca), acerca da qual o presidente da Junta de Freguesia reconheceu, em junho de 2018, ter havido “uma certa precipitação no processo”, embora se tivesse refugiado no facto de “apenas o Clube de Caça e Pesca ter concorrido à iniciativa comunicada em Edital”. Mas, na versão de vários queixosos, o Edital apenas foi afixado numa altura em que a atividade já tinha sido concessionada ao Clube de Caça e Pesca.

Entretanto, avançou-se com a obra, mas esta seria embargada devido a uma denúncia feita ao Parque Nacional, por, alegadamente, a estrutura de madeira se encontrar em domínio baldio, o que motivou o levantamento de um auto de notícia. Com a obra suspensa, o recinto transformou-se no passado verão numa espécie de parque de autocaravanismo e o lixo foi-se acumulando no espaço.

Passados meses, e sem que tivesse sido sanada a litigância pendente, as obras foram retomadas à mesma e, de momento, para todos os efeitos, há um novo embargo e uma questiúncula jurídica que só se resolverá em sede de tribunal, com as custas judiciais daí decorrentes.