Cumpriu, recentemente, juramento da bandeira e frequenta, atualmente, a instrução complementar (em Lisboa). Mas Pedro Rafael Rodrigues Gonçalves, de 19 anos, quer “concluir o curso de comandos”, objetivo que começou a alimentar “há cinco anos”.
Os testes físicos, assume, não foram complicados e os psicológicos também não travaram o objetivo de ingressar no exército.
O jovem tropa sabe o que quer e está preparado para os desafios que se avizinham.
Cinco perguntas a Pedro Rafael Gonçalves
- Os testes físicos, diz-se, são muito exigentes. E os psicológicos?
Os testes físicos não são nada de especial… Em relação aos psicológicos, é verdade que são feitos alguns, nomeadamente o teste psicotécnico, que realizei em Vila Nova de Gaia.
- Em que é que consistiu a tua preparação física?
Ginásio, corrida…
- Cumpriste há poucas semanas o juramento da bandeira em Espinho. Qual o significado da cerimónia?
A entrega da boina é um dos momentos mais importantes para um militar, só acontece uma vez na vida.
- Em que fase do processo de formatura é que te encontras?
Encontro-me na fase de instrução complementar, que pretendo concluir, antes de fazer o curso de comandos. Aliás, já estou nos comandos, mas o grande objetivo é fazer o curso de comandos, cuja duração é de três meses.
- Que missão é que gostavas de realizar no futuro?
Ainda é muito cedo para falar disso. Só quando concluir o curso é que pensarei nisso. Missão internacional? Gostava de experimentar, mas é muito relativo e tudo depende das circunstâncias e das ações que decorrerem no momento.


