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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

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Ao derrotar o Vianense, por 3-2, no passado sábado, a equipa júnior (sub-19) do Atlético dos Arcos, orientada pelo soajeiro Manuel Casanova, juntou a conquista da Taça da Associação de Futebol de Viana do Castelo ao Campeonato. A proeza na prova regular garantiu um lugar no Campeonato Nacional de juniores (segunda divisão) na época 2019/2020.

Depois do título de campeão distrital, que só ficou decidido na última jornada, com a vitória (4-1) no reduto do Cerveira, o Atlético dos Arcos deu mais uma alegria aos seus apaniguados, ao bater o vice-campeão, Vianense, na final da Taça, disputada no recinto da Correlhã.

No agregado das competições, os números são avassaladores e revelam bem o poderio do Atlético: 33 jogos oficiais, trinta vitórias, um empate e duas derrotas, 182 golos marcados e 36 sofridos. No cômputo geral, e depois de um primeiro quarto de temporada com dois dissabores, a equipa afinou de vez a estratégia e partiu para uma longa série de vitórias, com apenas um empate pelo meio.

Para o treinador Manuel Casanova, a época titulada rende homenagem ao “trabalho” e à “qualidade dos jogadores”. “À medida que o campeonato ia decorrendo, o futebol foi fluindo cada vez melhor e a equipa foi conseguindo explanar todo o seu talento”, diz o técnico, que liderou um plantel constituído quase exclusivamente por atletas arcuenses.

Adepto do futebol ofensivo, Manuel Casanova explica a capacidade goleadora do Atlético dos Arcos. “A média superior a cinco golos por jogo é consequência da consistência da equipa em todos os momentos do jogo, da qualidade dos jogadores, da capacidade de criar desequilíbrios e do facto de criarmos muitas oportunidades por jogo”.

Segundo o jovem treinador, para além do staff, este título tem de ser repartido por várias outras instituições e pessoas. “Os clubes e treinadores arcuenses que trabalharam com esta geração de jogadores – ADECAS, ARC Paçô e ARC Guilhadeses – têm uma quota-parte do mérito, pois permitiram que os jogadores chegassem aqui bem preparados”, reconhece.

Apesar da reduzida base de recrutamento, o Atlético dos Arcos fez prevalecer, esta época, a “qualidade excecional da geração nascida no ano 2000”, mas o Campeonato Nacional (segunda divisão) vai exigir, obviamente, mais recursos na próxima temporada.

“Partindo da base que já temos (sensivelmente metade dos jogadores é júnior de primeiro ano), vamos tentar alargar o leque de recrutamento aos concelhos vizinhos (Ponte de Lima e Ponte da Barca) para acrescentar qualidade ao grupo”, sublinha ao blogue Soajo em Notícia Manuel Casanova, que conseguiu formar uma “família” onde imperou a “amizade” e a “dedicação ao trabalho”.

Com esta geração de campeões, o futuro do Atlético dos Arcos está mais do que garantido. “Acho que, eventualmente, há mais do que um jogador júnior que pode ingressar, já, na equipa principal, não sei se terá/terão logo muitos minutos de jogo, visto que a competitividade interna numa equipa que joga para subir aos nacionais é enorme”, declara o treinador.

Já o futuro de Manuel Casanova passa por continuar à frente da equipa júnior do Atlético dos Arcos, tendo o Campeonato Nacional como objetivo desafiante.

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