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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Uma delegação da Câmara Municipal reúne-se esta semana com a Junta de Soajo, no contexto das consultas em curso com as freguesias, tendo como objetivo dar solução às necessidades detetadas localmente e sua previsão no orçamento municipal.

Em recente reunião de Câmara, o edil João Manuel Esteves adiantou que uma das finalidades do encontro é “estabilizar a questão da ecovia [passadiço] na zona do Poço Negro”, uma matéria que está longe de ser consensual em Soajo.

A obra dos passadiços no rio Adrão (candidatada ao PROVERE), que cabe no contexto de qualificação das experiências ligadas à natureza, prolonga-se da famosa lagoa do Poço Negro até às cascatas nas imediações do Poço da Banheira, atravessando, obviamente, o Poço do Bento e o Poço das Canejas. Esta intervenção está orçada em 140 750 euros.

A este projeto no campo do turismo de natureza (a Junta candidatou a financiamento outra iniciativa), juntar-se-á o “reforço da componente cultural” em 2020.

“Provou-se cientificamente, fruto de uma primeira abordagem, que está na Pedrada um acampamento romano, para nós uma novidade completa. A questão que vai prender a campanha de sondagens arqueológicas é a seguinte: o que é que um acampamento, com mil pessoas sensivelmente, estaria a fazer a cerca de 1400 metros de altitude?”, pergunta o presidente da Câmara.

Como o blogue Soajo em Notícia informou em momento anterior, no ponto mais elevado da serra de Soajo, foi descoberta, recentemente, uma fortificação, construção de defesa militar relativa àquele período cronocultural, na sequência de trabalhos de escavação realizados por um jovem português, ligado à Universidade de Compostela, no contexto de um pós-doutoramento.

“Com base na utilização de novas tecnologias, foi possível identificar este monumento e, a partir daí, queremos que lá se faça, primeiro de tudo, uma escavação arqueológica”, adianta João Manuel Esteves.

Para além da(s) estrutura(s) a estudar (tipologia, estado de conservação, origem das pedras, existência ou não de restos de pavilhões…), as sondagens permitirão descobrir, eventualmente, materiais de interesse arqueológico (ferragens, cerâmica, faiança, telhas…).

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