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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

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O chamado “efeito-barreira” das barragens nos peixes é minimizado com elevadores, escadas de peixes e eclusas de Borland, permitindo, nos três casos, a passagem dos recursos piscícolas de montante para jusante (e vice-versa).  

A barragem de Touvedo/S. Jorge, que é explorada pela EDP Produção, está equipada com elevadores, cujo objetivo é possibilitar que os peixes subam o rio Lima para completar o seu ciclo de vida.

Mas existem outros dispositivos com a mesma função. É o caso das eclusas de Borland, mecanismo de engenharia para navegação de embarcações, muito usado na região do Douro, e, sobretudo, as denominadas “escadas de peixes”, que consistem em obstáculos baixos nos quais o rio corre e em que a movimentação das águas chama a atenção dos peixes, levando-os instintivamente a saltar de degrau em degrau.

“A velocidade da água que cai sobre os ‘degraus’ tem de ser suficiente para atrair os peixes, mas não tanta que os leve a desistir e voltar para trás, em vez de continuarem a sua viagem rio acima”, explica a EDP.

Nos casos em que as barragens não estão equipadas com estes dispositivos, a passagem dos peixes pode ser feita de forma manual.