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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

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Com fortes ligações a Soajo (a mãe é de Adrão, a avó de Cunhas e o avô exerceu funções de guarda-florestal em Adrão), António Táboas foi nomeado responsável transitório da Delegação Regional do Norte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), em substituição de António Barbosa, que se demitiu do cargo de diretor após assumir que autorizou a vacinação antiCovid-19 de 11 trabalhadores de uma pastelaria vizinha da delegação do Porto. Até que sejam cumpridos, pela Administração Pública, os procedimentos habituais para provimento do lugar de diretor, o médico de 46 anos assegurará o normal funcionamento e a gestão operacional do INEM em toda a região norte.

“Vou exercer este cargo em acumulação com a função de responsável pela coordenação nacional dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), uma tarefa que desempenho desde finais de 2019. São duas funções importantes e que terei de conciliar nos próximos tempos, numa altura em que, fruto da pandemia, existe uma grande sobrecarga de trabalho com chamadas incessantes para os CODU”, diz António Táboas, que se vai munir da sua experiência anterior à frente da Delegação Regional do Norte do INEM (entre janeiro de 2014 e dezembro de 2017) para executar da melhor maneira a missão de que está incumbido.

“Os quatro anos no papel de diretor permitiram-me ganhar bastante conhecimento na gestão da Delegação do INEM em toda a região norte, é obvio que a experiência vai ser útil nesta nova fase, com a gestão dos diferentes meios de emergência. Um dos principais desafios é a gestão dos recursos humanos (operacionais, técnicos de emergência hospitalar, enfermeiros, médicos…), profissionais que têm estado na linha da frente do combate à pandemia desde o início da crise. Todos estão a dar o máximo para responder às diferentes solicitações que o INEM tem”, reconhece o médico que também é especialista em Medicina Interna.

Segundo António Táboas, “é fundamental para a Delegação manter a atividade de suporte e de colaboração, em termos de socorro pré-hospitalar, com os corpos de bombeiros e com a Cruz Vermelha, para que toda a população tenha a resposta adequada às necessidades”, conclui.

Foto | Público