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Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

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Há trinta vagas para vigilante da natureza e o concurso está aberto até 17 de novembro.

Segundo o Aviso n.º 13241-A/2017 (datado de 3 de novembro), trata-se de um “concurso externo de ingresso, para admissão a estágio de ingresso com vista ao futuro provimento de trinta postos de trabalho da carreira de vigilante da natureza, previsto no mapa de pessoal para 2017, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas”.

De acordo com o referido Aviso, o único Parque Nacional – que, no documento publicado em Diário da República, aparece mencionado como “Parque Natural da Peneda do Gerês” – será provido de quatro vigilantes dos trinta a recrutar.

 

O que faz um vigilante da natureza?

Assegura funções de vigilância, fiscalização e monitorização relativas ao ambiente e recursos naturais, nomeadamente no âmbito do domínio hídrico, do património natural e da conservação da natureza.

 

Principais requisitos

Nacionalidade portuguesa, salvo nos casos excetuados por lei especial ou convenção internacional; 18 anos completos; 12.º ano como habilitações literárias mínimas (legalmente exigidas para o desempenho do cargo); não estar inibido do exercício de funções públicas ou interdito para o exercício das funções a que se candidata; robustez física e perfil psíquico indispensáveis ao exercício da função; cumprimento das leis de vacinação obrigatória.

 

Métodos de seleção

Prova de conhecimentos (gerais e específicos), com caráter eliminatório; exame psicológico de seleção, com caráter eliminatório; entrevista profissional de seleção, sem caráter eliminatório.

 

Remuneração

O vencimento a auferir é de 641,94 euros, ao qual acresce subsídio de alimentação (4,77 euros). Os estagiários têm direito ao abono de suplemento de risco de 93,99 euros.

 

Guardas florestais e GIPS

O Ministério da Administração Interna vai proceder ao reforço de quinhentos militares no Grupo de Intervenção, Proteção e Socorro (GIPS) da GNR e de mais duzentos elementos para o Serviço de Proteção de Natureza e Ambiente (SEPNA), no âmbito das novas políticas defesa da floresta. O anúncio foi feito ontem pelo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita.

Mas, ao contrário das vagas para vigilantes da natureza, cujo concurso é externo e está numa fase bem adiantada, já os guardas florestais e os elementos GIPS serão, “numa primeira fase, recrutados internamente”, algo que não agrada à Associação dos Profissionais da Guarda, que antevê um “desfalque” acrescido do dispositivo territorial que “já não consegue ter gente suficiente paras as patrulhas”.

Ou seja, só numa segunda fase, e nunca em 2018, é que a GNR irá abrir procedimento concursal externo para “colmatar as saídas por mobilidade interna para o GIPS e para o SEPNA”, segundo foi referido pelo ministro Eduardo Cabrita.

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