Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

Soajo em Notícia

Este blogue pretende ser uma “janela” da Terra para o mundo. Surgiu com a motivação de dar notícias atualizadas de Soajo. Dinamizado por Rosalina Araújo e Armando Brito. Leia-o e divulgue-o.

As Festas da Vila de Soajo terminaram com chave de ouro no dia 15 de agosto, Feriado Nacional de Assunção de Nossa Senhora. Primeiro, com a igreja mais ou menos composta de fiéis para a missa solene, celebrada pelo pároco, padre Custódio Branco, seguida de procissão, em honra de Nossa Senhora das Dores, com participação de muitos elementos juvenis. Depois, à noite, com a apresentação do projeto musical, criado de raiz (e só) para este momento, pela banda bracarense ‘Mão Morta’ e pelo grupo ‘As Fiadeiras de Soajo’, além do tradicional festival folclórico.

Antes do dia principal, de 12 a 14 de agosto, o cartaz das festas aliou as atividades tradicionais (torneio de sueca, petanca, rusgas, bombos e encontro de tocadores de concertina) à programação litúrgica, com as concorridas missas e procissões de velas, em veneração das imagens dos santos. Mas o ponto alto para os devotos ficou reservado para o dia 15 com a procissão em honra de Nossa Senhora das Dores a percorrer o itinerário habitual. Na dianteira do longo cortejo, com muitos figurados, lá estavam os cavaleiros e a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários, seguidos de Rancho Folclórico das Camponesas da Casa do Povo da Vila de Soajo, estandartes, andores, pálio (segurado pelos festeiros do próximo ano) e, na cauda, o imenso grupo de devotos, com as mulheres a entoarem cânticos pelos caminhos, em sinal de veneração. Como de costume, novos e velhos, residentes e emigrantes, turistas e simples curiosos, entre outros, acompanham devotadamente a procissão e, no regresso ao templo, voltam a rezar, com a “guarda de honra” a ser feita pelos elementos do Rancho Folclórico das Camponesas da Vila de Soajo.

Também a componente de animação assinalou o derradeiro dia de festividades. O expoente máximo foi o espetáculo polifónico que emparceirou a banda de Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta) e o grupo ‘As Fiadeiras de Soajo’, bem como o folclore com a participação de três ranchos (Camponesas da Vila de Soajo, Vilarinho das Quartas e Academia de Dança e Música Tradicional de Caminha e Vilarelho).

E, como acontece em qualquer localidade do Alto Minho na altura do estio, mais ainda na ressaca de dois verões de fortes restrições, nestes quatro dias de romaria reinaram os (re)encontros e os abraços entre conterrâneos, gestos que alimentam o sentimento de pertença à Terra.

Compuseram este ano a comissão de festas Fábio Alves, Frederico Oliveira, Ivo Baptista, Manuel Casanova e Tiago Brito. Entretanto, a do ano que vem será constituída por Albino Moreira de Brito, António Joaquim Barreira Gomes, Cristina Gomes, João Gomes Pereira e José Moreira.